Uma história de grandes hits

E muita música

A banda Os Incríveis iniciou sua trajetória em 1962 com o nome The Clevers tendo, em sua formação inicial, os músicos ManitoMingoNeno, substituído  em 1966 por NenêNetinho; e Risonho

Em atividade até os dias atuais, a banda reúne em seu currículo 4 programas semanais de televisão; 2 filmes longa metragem; 1 fotonovela; 1 participação em novela de televisão;  21 prêmios pela mídia impressa e televisiva;  e uma vasta discografia que, incluindo os álbuns lançados pela banda, as participações em coletâneas e em discos de diferentes artistas e bandas, além dos discos solos dos músicos que integraram e integram a banda Os Incríveis  desde sua fundação até os dias atuais, perfazem um total de 217 álbuns.

Imagem: acervo Continental/Warner Music Brasil

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El Relicario,

de Padilha

O milionário,

de Mike Maxfield

Tua voz,

de A. Barrière

Era um garoto que como eu amava os Beatles
e os Rolling Stones,

de Migliacci e Lusini

Kokorono-niji,

de J. Hashimoto e T. Inoue

Perdi você,

de Carlos Mendes e José Alberto Diogo

O vendedor de bananas,

de Jorge BenJor

O vagabundo,

de Leva-Bardotti-Reverberi-Scommegna

Sem vergonheira,

de Antonio Carlos e Jocafi

Marcas do que se foi,

de Ruy Maurity e José Jorge

Imagens: Acervo CBS/Paramount Global e acervo Luiz Franco Thomaz

Sucessos que atravessam gerações

Tendo conseguido grande repercussão  nacional desde o primeiro 78 RPM lançado em agosto de 1963, a banda Os Incríveis reúne, ao longo de sua carreira, inúmeros sucessos estando, dentre eles, as músicas El Relicario, de Padilha (1963, selo Continental); O milionário, de Mike Maxfield (1965, selo Continental, e 1968, selo RCA Victor); Tua voz, de A. Barrière (1966, selo Continental); Renascerá, de Los Brincos (1967, selo Continental e 1969, selo RCA Victor); Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini (1967, selo RCA Victor); Kokorono-niji, versão de Os Incríveis para a música homônima de J. Hashimoto e T. Inoue (1968, selo RCA Victor); Perdi você, de Carlos Mendes e José Alberto Diogo (1968, selo RCA Victor); O Vendedor de bananas, de Jorge BenJor (1969, selo RCA Victor); Vagabundo , de Leva-Bardotti-Reverberi-Scommegna (1969, selo RCA Victor); Eu te amo meu Brasil, de Dom (1970, selo RCA Victor); Sem vergonheira, de Antônio Carlos e Jocafi (1971, selo RCA Victor), e Marcas do que se foi, de Ruy Maurity e José Jorge, entre muitos outros.

Anos
0
Prêmios
0
Álbuns
0

Uma homenagem em forma de projeto:

60 anos da banda Os Incríveis

O projeto 60 anos da Banda Os Incríveis foi idealizado pela pesquisadora cultural Selma Teixeira como forma de homenagear a banda que se tornou referência na história da música pop nacional e internacional. 

Reunindo diferentes ações que vão de banner, selo e tela comemorativos a lives com os músicos de Os Incríveis;  Rádio Tirinhas que contam de forma resumida a história da banda; depoimentos de profissionais que conviveram com os músicos que integraram e integram as diferentes formações de Os Incríveis;  vinhetas musicais que apresentam toda a discografia gravada pela banda no decorrer de seus 60 anos de carreira; criação de um perfil e uma página no Facebook, uma página no Instagram e do canal da banda no Youtube; Site; Livro e agenda comemorativos.

Imagem: Banner de Marco Jacobsen para o projeto 60 anos banda Os Incríveis

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