O último álbum gravado pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para a gravadora RCA Victor é um disco que foge totalmente às características da discografia da banda.
Gravado em 1979 por exigências contratuais, o álbum Os Incríveis Os sucessos da parada traz uma seleção de músicas das paradas de sucesso feita por Vanderlei Zandomenighi.
Com arranjos e regência de Hélio Santisteban, ex-integrante do grupo Pholhas, o disco teve como técnicos de som Claudio Coev, Edgardo Rapetti, Pedro Fontanari Filho, Reinaldo César de Souza, Stelio Carlini e Valter Lima, sendo supervisor de áudio, Gunther J. Kibelkstis.
Sem ter alcançado grande repercussão, o disco é hoje uma das raridades discográficas da banda Os Incríveis.
Ouça as 14 faixas:
1. Nave da esperança (In the navy), de Henri Belolo, Jacques Morali e Victor Willis. Versão: Noeli Santisteban
A música In the navy, de autoria de Jacques Morali, Henri Belolo e Victor Willis, gravada pela banda americana The Village People, abre o álbum Os Incríveis, os sucessos das paradas.
Traduzida pela atriz, cantora, e dubladora Noeli Santisteban, a música recebeu o título de Nave da esperança e reproduz uma mensagem diferente da letra que, originalmente, convocava pessoas a entrarem na Marinha onde poderiam encontrar “o prazer, procurar pelo mundo um tesouro, aprender ciência, tecnologia”.
Na versão para o português, as pessoas entram em uma nave para irem ao encontro de um “tempo novo” onde, “juntos pra ficar” , serão a “força e a união” rumo a uma realidade onde será possível “sempre nos amar”.
Letra:
Todos se agrupando
A hora está chegando
Nossa nave está aqui
Ao entrarmos todos
Ficaremos loucos
Por podermos nos sentir
Nesse tempo novo
Tão bem esperado
Decidimos assumir
Andemos depressa
Já é quase a hora
Da nossa nave partir
Nessa nave
Seremos livres
Pra pensar
Nessa nave
Estamos juntos pra ficar
Nessa nave
Somos a força e a união
Nessa nave
Nessa nave
Nessa nave
Ninguém pode proibir
Nessa nave
Seguiremos sem mentir
Nessa nave
Vamos sempre nos amar
Nessa nave
Nessa nave
Ainda é tempo
Vem com fé
Por você
Vamos esperar (Bis)
Vem, vem, vem
Nave da Esperança, de Henri Belolo, Jacques Morali e Victor Willis, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. Para esquecer (Que hay que hacer para olvidar) de Daniel Cabuche
A música Que hay que hacer para olvidar composta em 1978 pelo cantor argentino Daniel Cabuche, o Danny Cabuche, foi o tema central da telenovela de Silvio de Abreu para a Rede Globo, Pecado Rasgado.
Vertida para o português por Lilina, a música ganhou o título de Para esquecer e foi gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas lançado pela RCA Victor, em 1979.
Letra:
Mudei de vida,
Para esquecer-te
Busquei prazeres,
Para esquecer-te
Mas não consigo,
Mas não consigo,
Porque me lembro
A todo instante
Mas não consigo
Mas não consigo
Você foi minha única amante
Para esquecer
Para esquecer
Que vou fazer
Para esquecer
Meu corpo estava acostumado
Aos seus carinhos
E seus cuidados
Para esquecer
Para esquecer
Que vou fazer
Para esquecer
Tanta ternura
Tenho pra dar
Tantos carinhos
Que vão sobrar
Porque sozinho
Eu vou ficar
Fui pra bem longe
Para esquecer-te
Pedi conselhos
Para esquecer-te
Mas não consigo
Mas não consigo
Você foi minha única amante
Mas não consigo
Mas não consigo
Você foi minha única amante
Para esquecer
Para esquecer
Que vou fazer
Para esquecer
Meu corpo estava acostumado
Aos seus carinhos
E seus cuidados
Para esquecer
Para esquecer
Que vou fazer
Para esquecer
Tanta ternura
Tenho pra dar
Tantos carinhos
Que vão sobrar
Porque sozinho
Eu vou ficar
Para esquecer, de Daniel Cabuche, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. Às vezes tu, às vezes eu (A veces tu, a veces yo), de J. Iglesias, Cedília
A música A veces tu, a veces yo, de Julio Iglesias e Cedilia, integrou o álbum El amor, do cantor e compositor espanhol Julio Iglesias, lançado em 1975. Primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o mundo, a canção que foi traduzida para vários idiomas.
No Brasil, a música foi gravada por vários intérpretes. Com tradução feita por Fernando Adour, Às vezes tu, às vezes eu é a terceira faixa do lado A do ábum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho Os sucessos das paradas lançado pela RCA Victor, em 1979.
Letra:
Eu sei que às vezes
Oh!, mulher
Causastes danos
Sem querer
Pequenas coisas
Que esqueci
Ao ver o amor amanhecer
E tantas vezes,
Eu também,
Igual criança
Eu chorei
Fechei a porta
Sem querer
Quando morria
Por te ver
Às vezes tu, às vezes eu
Brigamos antes, e depois,
Por esse amor que é teu e meu
Mas por orgulho de nós dois
Às vezes sim, às vezes não
Brigamos sem qualquer razão
Palavras sem nenhum valor
Pequenas coisas do amor
Ri tantas vezes
Tu também,
Por fim choraste
Alguma vez
E com meus beijos
Eu sequei
Teu choro triste de mulher
Tu me ensinaste a comprender
Que o nosso amor
Faz sofrer sim
E em meus braços
Te ensinei
Que só a ti posso querer
Às vezes tu, às vezes eu
Brigamos antes, e depois,
Por esse amor que é teu e meu
Mas por orgulho de nós dois
Às vezes sim, às vezes não
Brigamos sem qualquer razão
Palavras sem nenhum valor
Pequenas coisas do amor
Às vezes tu, às vezes eu, de J. Iglesias e Cedilha, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. Sou rebelde (Soy rebelde), de M. Alejandro
A música Soy rebelde é uma balada pop espanhola composta por Manuel Alejandro e Ana Magdalena. Lançada pela cantora inglesa Jeanette, em 1971, a música ganhou versões em diferentes línguas e alcançou os primeiros lugares das paradas de sucesso de vários países latinos.
Com versão para o português de Paulo Coelho , a música foi gravada, entre outros artistas, pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Os Incríveis Os sucessos da parada lançado, em 1979, pela RCA Victor.
Letra:
Eu sou rebelde
Porque o mundo quis assim
Porque nunca me trataram com amor
E as pessoas se fecharam para mim
Eu sou rebelde
Porque sempre sem razão
Me negaram tudo aquilo que eu sonhei
E me deram tão somente compreensão
Eu queria ser como uma criança
Cheia de esperança e feliz
E queria dar tudo o que há em mim
Tudo em troca de uma amizade
E sonhar, e viver
Esquecer o rancor
E cantar, e sorrir, e sentir só o amor
Eu sou rebelde
Porque o mundo quis assim
Porque nunca me trataram com amor
E as pessoas se fecharam para mim
Eu queria ser como uma criança
Cheia de esperança e feliz
E queria dar tudo o que há em mim
Tudo em troca de uma amizade
E sonhar, e viver
Esquecer o rancor
E cantar, e sorrir, e sentir só o amor
Sou rebelde, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Fé, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Fé é uma das músicas de cunho religioso compostas por Roberto e Erasmo Carlos. Lançada no álbum Roberto Carlos, de 1978, a música integrou o repertório do álbum Paz, lançado em 2001 pelo Padre Marcelo Rossi, e também o álbum da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho, Os Incríveis Os sucessos das paradas, lançado, em 1979, pela RCA Victor.
Letra:
Na linha do horizonte, do alto da montanha
Por onde quer que eu ande, esse amor me acompanha
A luz que vem do alto, aponta o meu caminho
É forte no meu peito, eu não ando sozinho
Te vejo pelos campos, te sinto até nos ares
Te encontro nas montanhas e te ouço nos mares
Você é meu escudo, Você pra mim é tudo
Minha fé me leva até Você
Pra quem te traz no peito, o mundo é mais florido
A vida aqui na terra tem um outro sentido
Eu ando e não me canso, esqueço a minha cruz
Firme nesse rumo que a Você me conduz
Em todos os momentos que eu olho pro espaço
Sou forte, minha fé me faz um homem de aço
Você é meu escudo, pra mim Você é tudo
Minha fé me leva até Você
Fé, de Roberto e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Orquestra RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. A C M(Y.M.C.A.), de J. Morali, H. Belolo, V. Willis
Y.M.C.A. é a sigla em inglês para Associação Cristão de Moços, organização fundada em 1844, na Inglaterra com o objetivo de colocar em prática os princípios do Cristinanismo.
A sigla foi usada para dar título a uma das músicas gravadas pela banda americana Village People sendo tocada em todo o mundo até os dias atuais.
No Brasil, a música ganhou versão de Paulo Idelfonso e W. Benatti e foi gravada com o título de A.C.M. , abreviatura de Associação Cristão de Moços, pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas, lançado pela RCA Victor, em 1979.
Letra:
Lá na ACM
Eu vou ficar com Deus
Lá na ACM
Vamos dando as mãos
Somos todos irmãos
Vamos juntos buscar a paz
Vamos pra ACM
Que é pra ficar com Deus
Lá na ACM
Somos jovens irmãos
Temos tudo nas mãos
Tenha fé no seu coração
Jovem,
Se você quer ficar sempre
Jovem
Se você quer amar como
Jovem
Vamos todos em busca de algo
Que nos faça
Fortes
Se você quer ficar sempre
Jovem
Se você quer amar como
Jovem
Vamos todos em busca de algo
Que nos faça
Lá na ACM
Eu vou ficar com Deus
Lá na ACM
Vamos dando as mãos
Somos todos irmãos
Vamos juntos buscar a paz
Lá na ACM
Que é pra ficar com Deus
Lá na ACM
Somos jovens irmãos
Temos tudo nas mãos
Tenha fé no seu coração
Vamos pra ACM
Eu vou ficar com Deus
Lá na ACM
A.C.M., de J. Morali, H. Belolo, V. Willis, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coro RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. O preto que satisfaz, de Gonzaga Jr.
Durante a década de 60, o Ministério da Agricultura do Brasil passou a incentivar o cultivo do café em detrimento do feijão ocasionando um declínio na produção do grão. Em São Paulo, a Secretaria de Agricultura do Estado, por sua vez, colocou no mercado o feijão Carioca, uma nova variedade de feijão mais resistente a doenças, de fácil cultivo, e com um ciclo produtivo mais curto que os outros tipos de feijões.
Tais ações governamentais provocaram o declínio da produção do feijão preto, o grande preferido de boa parte da população, e o grão desapareceu das prateleiras dos estabelecimentos comerciais.
Para suprir a demanda, o feijão preto passou a ser importado e vendido a um preço exorbitante provocando o surgimento de um mercado negro para o produto e reações do consumidor que passou a depredar estabelecimentos comerciais em protesto ao elevado preço do feijão.
Artistas em geral se uniram à população nos protestos criando outdoors, peças publicitárias, crônicas, e músicas denunciando o desaparecimento do produto.
Uma dessas músicas foi a composição O preto que satisfaz, de Gonzaga Jr., música tema da telenovela Feijão Maravilha, escrita por Bráulio Pedroso, que estreou em março de 1979, na Rede Globo.
Sucesso imediato, O preto que satisfaz integra o álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas lançado pela gravadora RCA Victor, em 1979.
Letra:
Pula, pula, pula, pula
Dez entre dez brasileiros preferem feijão
Esse sabor bem Brasil
Verdadeiro fator de união da família
Esse sabor de aventura
O famoso Pretão Maravilha
Faz mais feliz a mamãe, o papai
O filhinho, e a filha
Dez entre dez brasileiros elegem feijão
Puro, com pão, com arroz
Com farinha, ou com macarrão
E nessas horas esquecem dos seus preconceitos
Gritam que esse crioulo
É um velho amigo do peito
Feijão tem gosto de festa
É melhor e mal não faz
Ontem, hoje, sempre
Feijão, feijão, feijão,
O preto que satisfaz!
Dez entre dez brasileiros preferem feijão
Esse sabor bem Brasil
Verdadeiro fator de união da família
Esse sabor de aventura
O famoso Pretão Maravilha
Faz mais feliz a mamãe, o papai
O filhinho e a filha
Dez entre dez brasileiros elegem feijão
Puro, com pão, com arroz
Com farinha, ou com macarrão
E nessas horas esquecem dos seus preconceitos
Gritam que esse crioulo
É um velho amigo do peito
Feijão tem gosto de festa
É melhor e mal não faz
Ontem, hoje, sempre
Feijão, feijão, feijão,
O preto que satisfaz!
Feijão tem gosto de festa
É melhor e mal não faz
Ontem, hoje, sempre
Feijão, feijão, feijão
O preto que satisfaz!
Feijão , feijão, feijão
Tchan, tchan, tchan, tchan
Feijão, feijão, feijão…
O preto que satisfaz, de Gonzaga Jr., com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coro RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Paraíso bonito (Too much heaven), de Barry Gibb, Robin Gibb, Maurice Gibb
Sucesso na voz dos Bee Gees, a música Too much heaven, composta pelos irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb, foi gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Os Incríveis Os sucessos nas paradas, lançado pela RCA Victor, em 1979, com versão para o português de Isabel Moletta e Paulo Ildefonso.
Com o título de Paraíso bonito, a gravação contou com a utilização de vocoder na voz de Mingo que também tocou a guitarra base; com o baixo tocado por Nenê; com a guitarra solo tocada por Risonho; e com os músicos de estúdio Fernando Netto, piano e teclados; e Rogério, na bateria; além de backing vocal de cantoras do cast da gravadora.
Letra:
Lá no infinito
Bem perto do céu, sei
Existe um lugar
Onde eu quero chegar
Lá no infinito
Quem sabe no céu, sei
Existe um lugar
Onde eu quero chegar
Ah!, eu preciso
Encontrar esse lugar,
Ele existe, ele existe
Nos meus sonhos
A embalar
A canção
Do meu mundo de criança,
Onde existe a esperança de amar,
Quero um paraíso bonito,
Onde eu possa contemplar
O azul do céu
Onde eu possa contemplar
Nosso Deus
Paraíso bonito, de Barry Gibb, Robin Gibb e Maurice Gibb , com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coro RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. O amor nasceu (Born to be alive), de Patrick Hernandez
O hard rock Born to Be Alive é uma canção de 1978 escrita pelo cantor francês Patrick Hernandez que se tornou sucesso nas paradas musicais americanas.
No Brasil, a música foi gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas, de 1979, com o título O amor nasceu, em versão de Noeli Santisteban.
Letra:
Vim pra te pedir
Agora,
Vim pra te pedir
Agora,
Vem,
Vamos nos amar
Vamos nos amar
Te quero bem, bem, bem,
Vamos nos amar
Há algo em teus olhos
Que me diz que você não vive nunca em paz
Eu não quero ver essa tristeza em teu rosto
Nunca, nunca, nunca, mais
Por isso,
Vem, vem,
Vamos nos amar,
Vamos nos amar,
Por isso,
Vem, vem,
Vamos nos amar,
Vamos nos amar,
Deixe-se levar por meu amor
Por essa noite e nada, nada mais
Finja que seu mundo é perfeito
E a vida é só amor
Por isso,
Vem, vem,
Vamos nos amar,
Vamos nos amar,
Por isso,
Vem, vem,
Quero amor, quero amor,
Quero amor, quero amor,
Pois eu só quero amor, quero amor, quero amor
O amor nasceu, de Patrick Hernandez, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. Le freak, de N. Rodgers e B. Edward
A música Le freak nasceu como forma de protesto dos compositores Nile Rodgers e Bernard Edwards, respectivamente guitarrista e baixista do grupo Chic, por terem sido barrados na porta da lendária discoteca Studio 54, na véspera do Ano Novo de 1977.
Apresentada como uma dança que acontece na casa mais exclusiva de Nova York, “Jovens e velhos dançam, me disseram/ se você tentar apenas uma vez não vai resistir”, a música surge como uma carta de amor à discoteca que não os deixou entrar rendendo seis milhões de discos vendidos e se transformando no single mais bem-sucedido da história da gravadora Warner.
O álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas lançado pela RCA Victor, em 1979, traz o hit no repertório gravado pela banda Os Incríveis.
Letra:
Amar,
Fazer o amor,
Amar
Le freak, de N. Rodgers e B. Edward, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. Pai, de Fábio Jr.
A música Pai, do cantor, ator e compositor Fábio Jr., foi lançada em 1978, como tema de abertura da novela Pai Herói, de Janete Clair.
Canção homenagem ao pai do compositor, assassinado em 2006, quando trabalhava em seu táxi, em São Paulo, a música traduz as emoções e expectativas de um filho em relação ao seu pai que vê nele “muito mais que um amigo”, aquele que orienta o caminho do filho para que ele siga em paz.
Sucesso nas paradas musicais nacionais, Pai, de Fábio Jr., integra o álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas lançado pela gravadora RCA Victor, em 1979.
Letra:
Pai,
Pode ser que daqui algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez
Pai,
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz
Pai,
Pode crer, eu tô bem, eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer
Pai,
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai,
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco, tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida
Onde a vida só paga pra ver
Pai,
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia, morrendo de medo
Nos teus braços, você fez segredo
Nos teus passos, você foi mais eu
Pai,
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai,
Você foi meu herói, meu bandido
Hoje é mais, muito mais que um amigo
Nem você, nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai, de Fábio Junior, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. Smile, de Chaplin, Turner e Parsons (Instrumental)
Em 1946, o ator Charles Chaplin criou a melodia da música Smile. Dezoito anos depois John Turner e Geoffrey Parsons escreveram a letra que transformou a canção em uma obra prima interpretada por músicos de todo o mundo.
No álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas, lançado pela RCA Victor, em 1979, a música foi gravada em sua versão instrumental, com solo de saxofone feito por um músico contratado pela banda.
Smile, de Charles Chaplin, John Truner e Geoffrey Parsons, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coro RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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13. Amigo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Em 2020, a revista americana Billboard, especializada em informações sobre a indústria musical, divulgou a lista das 50 melhores músicas latinas de todos os tempos tendo, na quarta colocação, a música Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos.
Com melodia composta em 1974 para uma música religiosa que acabou não sendo criada, a música ficou guardada por três anos quando Roberto Carlos, após um encontro com o amigo Erasmo, resolveu dar uma letra para ela. O resultado foi um verdadeiro hino à amizade que fez Erasmo Carlos chorar com “uma abundância de fazer inveja ao mar de Ipanema”, como o artista registrou em sua autobiografia Minha fama de mau publicada em 2009.
Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos integra o repertório do álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas, lançado pela RCA Victor, em 1979.
Letra:
Você meu amigo de fé, meu irmão camarada
Amigo de tantos caminhos e tantas jornadas
Cabeça de homem, mas o coração de menino
Aquele que está do meu lado em qualquer caminhada
Me lembro de todas as lutas, meu bom companheiro
Você tantas vezes provou que é um grande guerreiro
O seu coração é uma casa de portas abertas
Amigo você é o mais certo das horas incertas.
Às vezes em certos momentos difíceis da vida
Em que precisamos de alguém pra ajudar na saída
A sua palavra de força, de fé, e de carinho
Me dá a certeza de que eu nunca estive sozinho
Você meu amigo de fé, meu irmão camarada
Sorriso e abraço festivo da minha chegada
Você que me diz as verdades com frases abertas
Amigo você é o mais certo das horas incertas
Não preciso nem dizer
Tudo isso que eu lhe digo
Mas é muito bom saber
Que você é meu amigo
Não preciso nem dizer
Tudo isso que eu lhe digo
Mas é muito bom saber
Que eu tenho um grande amigo
Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
14. Noites de verão (Summer nights), de Warren Casey, Jim Jacobs
Summer Night, escrita por Jim Jacobs e Warren Casey, é uma das canções do musical Grease.
Sucesso na voz de John Travolta e Olivia Newton-John, a música ficou muitas semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos e Inglaterra.
No Brasil, a música contou com a versão de Paulo Ildefonso e foi gravada, com o título Noites de verão, no álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas lançado pela RCA Victor, em 1979.
Letra:
Ele:Toda noite procuro você
Ela:Toda noite sou de você
Ele:Eu tenho alguém
Que gosta de mim
Ela:Em seus braços vivo a sonhar
Ele e ela:Só nós dois podemos saber
Como foi nosso amor no verão
Espera, espera, espera aí,
Foi demais, foi demais
Tudo o que aconteceu
Foi demais, foi demais
Como tudo se deu,
Ele:Ela linda, de olhos azuis,
Ela:Um sorriso que me seduz
Ele:Fico louco só de pensar
Ela: A saudade dói em um rapaz
Ele e ela:Só nós dois podemos saber
Como foi nosso amor no verão
Espera, espera, espera aí,
Foi demais, foi demais
Tudo o que aconteceu
Foi demais, foi demais
Como tudo se deu,
Ela: Ele foi todo o verão
Ele: Ela foi uma curtição
Ela: Esquentou o meu coração
Ele:Tudo foi uma ilusão
Só nós dois podemos saber
Como foi nosso amor no verão
Espera, espera, espera aí,
Foi demais, foi demais
Tudo o que aconteceu
Foi demais, foi demais
Como tudo se deu…
Noites de verão, de Warren Casey e Jim Jacobs, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coro RCA Victor
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino