Em 2000, a nona formação da banda Os Incríveis contava com os músicos Leandro Weingaertner (baixo e vocal); Manito (saxofones tenor e barítono, flauta e vocal); Netinho (bateria e percussão); e Sandro Haick (guitarra, violões, percussão e vocal).
Com essa formação, a banda realizou, no Teatro Polytheama, em Jundiaí, um show intitulado Os Incríveis ao vivo velhos tempos tocando sucessos de Os Incríveis.
Registrado em um CD independente, o show contou também com as participações de Pepe Cisneros (Piano Rhodes, teclados e congas); Bruno Cadrozo (organ Hammond, piano acústico e teclados); Alessandro Krames (acordeon); Daniel d’Alcântara (trompete); e Paulinho e Caio Flavio (vocal).
Em 2001, a Warner Music do Brasil lançou comercialmente o CD independente Os Incríveis ao vivo velhos tempos, com o título de Os Incríveis ao vivo.
Ouça as 13 faixas:
1. O Homem do braço de ouro (Delilah Jones), de Sylvia Fine e Elmer Bernstein. (Instrumental)
Música tema do filme The Man with the Folden Arm, lançado em 1955, com roteiro baseado no livro homônimo do romancista norte-americano Nelson Algren, o filme conta a história de um carteador que sonha em se tornar baterista de uma banda de Jazz.
A trilha sonora do filme, composta por Elmer Bernstein no estilo jazz, é uma das mais famosas da história do cinema e foi indicada para o Oscar de 1956.
A música O homem do braço de ouro integra o repertório gravado pela banda Os Incríveis para o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis lançado pela gravadora RCA Victor, em 1967, e está também no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e nos CDs Os Incríveis, lançado pela BMG, em 1993; Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA Victor, em 2001; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. O vagabundo (Giramondo), de Leva, Bardotti e Scommegna. Versão: George Freedman.
O single Os Incríveis lançado em julho de 1969 pela RCA Victor trazia, no lado A, a música O vagabundo, composta por Leva Bardotti e Reverberi, com versão de George Freedman. A música se transformaria em mais um megassucesso da banda Os Incríveis sendo presença obrigatória nos setlists dos shows da banda até os dias atuais, e também nas diferentes coletâneas de sucessos da banda.
A música O vagabundo, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; no medley gravado para o single Os Incríveis lançado pela RCA, em 1982; e nos CDs Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; Jovem Guarda – O novo de novo, Paradoxx Music, 1996, vol. 1; Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1997; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Um giramundo como eu
Que vive a vida a procurar
Alguém que siga o meu caminho
E veja tudo como eu…
Se caminhando eu encontrar
Alguém que pensa como eu
Será o fim dessa estrada
E finalmente irei parar…
Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…
Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…
O vagabundo, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner(baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. El Relicario, de Padilla (Instrumental)
El Relicario, de Padilha, o primeiro sucesso da banda gravado no primeiro 78RPM, em 1963, é a terceira faixa do CD Os Incríveis ao vivo lançado pela Warner Music do Braisl, em 2001.
A música pode ser ouvida também no LP Encontro com The Clevers – Twist lançado pela gravadora Continental, em 1963, no Ep The Clevers lançado pela Continental em 1964; nos LPs Os incríveis The Clevers lançado pela Musicolor, um dos selos da Continental, em 1968; Os Incríveis Disco de ouro, lançado pela RCA Victor, em 1977; no CD duplo Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981; no LP O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis, Continental, 1982; no EP Os Incríveis – 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; e nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG, 1997; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, lançado pela Warner Music, 2001.
El Relicario, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. Molambo, de Jayme Florence e Augusto Mesquita.
A música Molambo, de autoria de Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira dos regionais, foi lançada em 1953 em um 78 RPM gravado pela cantora amazonense Maria Júlia da Silva, a Julinha Silva, e regravada por cantores como Nelson Gonçalves, Elizeth Cardoso, Cauby Peixoto, Maysa, Djavan, Jamelão, Maria Bethânia e muitos outros intérpretes de grande importância no cenário da música brasileira.
Em 1967 foi a vez de Os Incríveis gravarem uma releitura da música.
Abrindo o lado B do álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis, Molambo é cantada pelo baixista Nenê que empresta o timbre suave de sua voz à letra da canção.
Presença constante nas paradas de sucesso de todo o país, a releitura de Molambo feita pela banda Os Incríveis, passou a integrar coletâneas de sucessos da banda estando presente nos CDs Os Incríveis(Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA Victor, em 2001; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira
Que não pode ser
E que depois de tudo
O que ela me fez
Eu jamais deveria aceitá-la outra vez
Bem sei que assim procedendo
Me exponho ao desprezo de todos vocês
Lamento, mas fiquem sabendo
Que ela voltou e comigo ficou
Ficou pra matar a saudade
A tremenda saudade
Que não me deixou
Que não me deu sossego um momento sequer
Desde o dia em que ela me abandonou
Ficou pra impedir que a loucura
Fizesse de mim um molambo qualquer
Ficou desta vez para sempre
Se Deus quiser.
Molambo, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Quando vejo o sol, de Nenê e Ravel/ Minha oração, de G. Boulanger
O CD Os Incríveis ao vivo lançado 2001 pela Warner Music traz, como quinta faixa, um medley com as músicas Quando vejo o sol, do multi-instrumentista, compositor e baixista de Os Incríveis Nenê em parceria com Ravel, da dupla Dom e Ravel; e Minha oração, de G. Boulanger, gravadas respectivamente no single Os Incríveis, de outubro de 1970 (RCA Victor); no álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e…. Os Incríveis, de 1967 (RCA Victor); e nos CDs Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
De manhã quando vejo o sol,
vejo o mar e o céu azul.
Então entendo que te amo.
Por favor esqueça
seu orgulho e veja
como sofro sem você,
preciso te dizer.
Toda noite eu fico só.
Vejo a lua se enfeitar,
como se fosse pra nós dois.
Só você não sabe
todo o amor que cabe
dentro do meu coração,
e o porquê desta canção.
Estou triste, porque sinto que existe mais alguém.
E mesmo que ele fosse pra bem longe, você iria também.
Quando vejo o sol, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. O Vendedor de bananas, de Jorge BenJor.
Em outubro de 1969, a gravadora RCA Victor lança o álbum Os Incríveis que tem como faixa de abertura a música O vendedor de bananas, composta por Jorge BenJor especialmente para a banda Os Incríveis.
Um dos grandes sucessos da banda, O vendedor de bananas é uma das músicas mais cantadas até hoje nos shows que Os Incríveis realizam em diferentes cidades brasileiras e pode ser ouvida no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; no single Os Incríveis, RCA/BMG, 1982; e nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG,1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
Eu trago bananas pra vender
Bananas de todas qualidades
Quem vai querer
Olha a banana na Nanica,
Olha a banana ma Maçã,
Olha a banana Ouro,
Olha a banana Prata,
Olha a banana da Terra,
Figo, São Tomé,
Olha a banana d’Água.
Eu sou um menino
Que precisa de dinheiro
Mas pra ganhar de sol a sol
Eu tenho que ser bananeiro
Pois eu gosto muito
De andar sempre na moda
E pro meu amor puro e belo
Eu gosto de contar
As minhas prosas
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
O mundo é bom comigo até demais
Pois vendendo bananas
Eu também tenho o meu cartaz
Pois ninguém diz pra mim
Que eu sou um pária no mundo
Ninguém diz pra mim
Vai trabalhar vagabundo
Olha a banana
Olha o bananeiro
Mãe, mãe, mãe
Eu vendo banana mãe
Mãe, mãe
Mãe, mas eu sou honrado mãe
Olha a banana
Olha o bananeiro
O Vendedor de bananas, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner(baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. O Milionário (The Millionaire), de Mike MaxField (Instrumental)
De autoria do compositor e guitarrista inglês Mike Maxfield, a música O milionário foi gravada em 1965 e 1967 em duas versões instrumentais pela banda Os Incríveis.
Apresentada por Risonho aos músicos da banda, a música se transformou em dos grandes sucessos de Os Incríveis e pode ser ouvida nos álbuns Os Incríveis, lançado pela Continental, em 1965; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e…. Os Incríveis, de 1967, selo RCA Victor; Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, integrando também a coletânea O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis lançada em 1982, pelo selo Continental-MusiColor; o single lançado pela RCA Victor, em 1982; o EP Os Incríveis – 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; e os CDs Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; Os Incríveis(Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA Victor, em 2001; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
O milionário, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Czardas, de Vittorio Monti (Instrumental)
A música Czardas composta por Vittorio Monti, em 1904, foi inspirada no folclore húngaro e escrita, originalmente para violino, bandolim ou piano.
Na releitura gravada pela banda Os Incríveis lançado no primeiro single gravado para a RCA Victor, em 1967, Czardas é interpretada de forma magistral por Manito no órgão Farfisa, tornando-se em um dos hits da banda, e merecendo entrar no repertório dos álbuns Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1967; Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e nos CDs Os Incríveis(Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA Victor, em 2001; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Czardas, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo)
Manito (órgão)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. Sem vergonheira, de Antonio Carlos e Jocafi
Música incidental: Asa Branca, de Luiz Gonzaga.
A nona faixa do CD Os Incríveis ao vivo lançado pela Warner Music do Brasil, em 2002, é o xaxado Sem Vergonheira composto pelos baianos Antônio Carlos e Jocafi.
Ritmo e dança típicos do Nordeste brasileiro com raiz nos costumes do sertanejo do interior de Pernambuco de “xaxar” o feijão juntando a terra com uma enxada pequena no pé do caule do broto com poucos dias de nascido, a dança xaxado é acompanhada, originalmente, por conjuntos de pífano, zabumba, triângulo e sanfona.
Da instrumentação tradicional do xaxado, Os Incríveis utilizaram, na gravação da música composta por Antônio Carlos e Jocafi, percussão e triângulo tocados por Manito e Netinho.
Sem vergonheira integra também o repertório do álbum 1910, da banda Os Incríveis, lançado pela gravadora RCA Victor, em 1972; do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em Angola, em 1972, do álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e dos CDs Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Na, na, na, nana, nana, naram, na, naram, na (bis)
Sem vergonheira
No forró do seu Mané,
Entre o povo convidado,
Não achei uma muié.
Sem vergonheira
No forró do seu Mané,
Entre o povo convidado,
Não achei uma muié.
Na, na, na, nana, nana, naram, na, naram, na (bis)
Te desconjuro, batalhei a noite inteira,
Procurando uma parceira,
Pra dançar o meu xaxado.
Xaxado, xaxado, xado,
xaxado, xado, xaxado,
xaxado, xaxado, xado,
xaxado, xaxado, xado, uhulll!
São Benedito estou me desconhecendo,
Vou sair daqui correndo,
Pra xaxar xaxado, lá
Sem vergonheira, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. Peter Gunn, de Henry Mancinni (Instrumental).
Peter Gunn é a música tema composta por Henry Mancini para o programa de televisão de mesmo nome . Lançada em 1959 como faixa de abertura do álbum The Music from Peter Gunn, a música deu a Mancini um prêmio Emmy Award e dois Grammys como Álbum do ano e Melhor Arranjo.
A versão gravada pela banda Os Incríveis para o LP Los Increíbles foi lançada pela CBS argentina, em 1965, e regravada nos CDs Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Peter Gun, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do Canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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11. Marcas do que se foi, de Rui Maurity e José Jorge – Zurana.
Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor, mais um EP que traz, na primeira faixa, a música Marcas do que se foi, composição de Ruy Maurity e José Jorge, integrantes de um grupo de compositores que assinava músicas para a produtora Zurana.
A música, que se tranformou em sucesso imediato, é um hit até os dias de hoje sendo a mais cantada nas festas de Reveillon de todo o país e pode ser ouvida também nos álbuns Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1978; Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981; nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG, 1997; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1977; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão
O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar
Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer (bis)
Marcas do que se foi, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner(baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. Eu te amo meu Brasil, de Dom.
A música Eu te amo meu Brasil de autoria de Eustáquio Gomes de Farias, o Dom, foi lançada pela gravadora RCA Victor no single Os Incríveis, em outubro de 1970.
A música integra o repertório dos álbuns Os Incríveis lançado pela RCA Victor, no final do mesmo ano; e Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e dos CDs Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1993; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, de 2000; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001 .
Gravada no ano em que a seleção brasileira de futebol conquistou a Copa do Mundo, no México, tornando-se tricampeã mundial, a música, que traz em sua letra o enaltecimento da natureza e da mulher brasileiras, surgiu em um momento de grande predisposição para o reconhecimento dos valores nacionais tornando-se sucesso absoluto nas paradas musicais de todo o país.
O sucesso obtido fez com que a música fosse indicada pelo então governador de São Paulo, Abreu Sodré, para ser uma espécie de “hino” nacional, despertando o interesse do poder político de Brasília pela gravação.
A reação contrária a essa ideia por parte da imprensa e da classe artística foi imediata ocasionando um grande desconforto para os músicos da banda que acabaram se tornando o centro de discussões politizadas que cobravam um posicionamento dos artistas sobre o assunto.
O desgaste provocado pelo envolvimento involuntário dos músicos e do compositor Dom nas ações de marketing da ditadura militar foi o início do processo de separação da banda ocorrido dois anos mais tarde.
Letra:
Escola…
Marche…
As praias do Brasil ensolaradas (Lá lá lá lá…)
O chão onde o país se elevou (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Mulher que nasce aqui
Tem muito mais amor
O Céu do meu Brasil tem mais estrelas (Lá lá lá lá…)
O Sol do meu país, mais esplendor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil
As tardes do Brasil são mais douradas (Lá lá lá lá…)
Mulatas brotam cheias de calor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Eu vou ficar aqui
Porque existe amor
No carnaval, os gringos querem vê-las (Lá lá lá lá…)
Num colossal desfile multicor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil
Adoro meu Brasil de madrugada (Lá lá lá lá…)
Nas horas que eu estou com meu amor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
A minha amada vai comigo aonde eu for
As noites do Brasil tem mais beleza (Lá lá lá lá…)
A hora chora de tristeza e dor (Lá lá lá lá…)
Porque a natureza sopra
E ela vai-se embora
Enquanto eu planto amor
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Outra vez)
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Pra terminar agora)
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, com a nona formação da banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
13. Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava I Beatles I Rolling Stones), de Migliacci e Lusini versão: Os Incríveis.
Em 1967, a banda Os Incríveis passa a integrar o cast da gravadora RCA Victor gravando, em seu primeiro single na nova casa, as músicas Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones , no lado A, e Czardas, no lado B. O disco logo ocupou os primeiros lugares das paradas de sucesso transformando a banda no carro chefe de vendas da gravadora.
A partir da gigantesca repercussão da gravação da música Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones, a RCA Victor lançou, apenas três meses depois da divulgação do single, o primeiro LP da banda Os Incríveis na nova gravadora.
Devido ao sucesso alcançado, a música Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, com a banda Os Incríveis, passou a ser faixa obrigatória de todos os álbuns de sucessos da banda lançados pela gravadora , assim como de todas as coletâneas de sucessos de bandas de música jovem lançadas no país, a saber: coletânea 14 sucessos da Juventude lançado pela RCA Victor, em agosto de 1967; o EP Os Incríveis, lançado pela RCA Victor, em outubro de 1967; o LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; o single Os Incríveis, RCA Victor, 1982; o EP Os Incríveis 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; o CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; o CD 30 anos de Jovem Guarda – Os reis do iê-iê-iê, Polygram, 1995, vol.4; o CD Jovem Guarda- O novo de novo, Paradoxx Music, 1996, vol.1; a coletânea Fervendo aos trinta, Polygram, 1996; o CD Os Incríveis(Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e os CDs O essencial de Os Incríveis, BMG, 1997; Os Incríveis ao vivo velhos tempos, produção independente, 2000; Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA Victor, em 2001; e Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001.
Letra:
Era um garoto que como eu
Amava os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo sempre a cantar
As coisas lindas da América
Não era belo, mas mesmo assim
Havia mil garotas a fim
Cantava Help and Ticket to Ride
Oh, Lady Jane e Yesterday
Cantava viva à liberdade
Mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra, o separou
Fora chamado na América
Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
Mandado foi ao Vietnã
Lutar com vietcongs
Ratá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá
Era um garoto que como eu
Amava os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou
Fazendo a guerra no Vietnã
Cabelos longos não usa mais
Não toca a sua guitarra e sim
Um instrumento que sempre dá
A mesma nota, ra-tá-tá-tá
Não tem amigos, não vê garotas
Só gente morta caindo ao chão
Ao seu país não voltará
Pois está morto no Vietnã
Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
No peito, um coração não há
Mas duas medalhas sim
Ratá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá, tá-tá-tá-tá-tá
Tatá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá
Ratá-tá-tá
Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, com a nona formação da banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube, transcrito abaixo.
Ficha técnica:
Leandro Weingaertner (baixo, vocal solo)
Manito (sax tenor e barítono, teclados, flauta e vocal)
Netinho (bateria)
Sandro Haick (guitarra, violão, percussão e vocal)
Participações especiais:
Alessandro Kramer (acordeon)
Bruno Cardozo (órgão Hammond, piano acústico e teclados)
Daniel Alcântara (trompete)
Pepe Rodrigues (piano Rhodes, teclados e congas)
Paulinho, Caio Flávio e Leandro (coro)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino