Em 2001, a RCA Victor completou 100 anos de fundação e, para comemorar o seu centenário, a ramificação brasileira criou o projeto Coleção RCA 100 anos de Música que divulgou, em formato CD, a discografia dos artistas contratados da gravadora.
O projeto foi coordenado pelo músico, produtor musical e pesquisador Charles Gavin e incluiu, entre tantos relançamentos, dois CDs da banda Os Incríveis: o do álbum de estreia da banda na RCA Victor, Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis; e um CD duplo, intitulado Os Incríveis, que reuniu vinte e quatro sucessos da banda desde sua criação, em 1962, e duas músicas não divulgadas comercialmente pela gravadora: A chuva parou de cair, de Carlinhos Borba; e Espanha Cañi, de Pascual Marquina Narro.
Ouça as 13 faixas do CD Os Incríveis, vol 1:
1. Que coisa linda, de Dom
No LP Os Incríveis lançado pela RCA Victor em outubro de 1969, a banda lança um dos compositores brasileiros mais gravados por Os Incríveis: o compositor Dom, da dupla Dom e Ravel.
A música Que Coisa linda gravada com o acompanhamento da orquestra RCA Victor se torna, na interpretação de Os Incríveis, o primeiro grande sucesso de Dom e pode ser ouvida no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no single Os Incríveis em espanhol, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA Victor, 1977; e nos CDs O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; e Os Incríveis (coleção 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
É, eu voltei pra ver você
Faz bem a minha mente, olhar
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto minh’alma bailar
Vontade de viver
Voltei pra ver você
E dessa vez eu não vim só
Ele pediu pra acompanhar
Quando essa coisa linda passa
Um vento fino toca o mar
Parece até cantar
Quem vê lhe dá lugar
É linda, é linda, muito linda
Eu disse que voltava ainda
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto a terra balançar
Hoje eu me atiro ao mar
Vou com você nadar
E dessa vez sou nadador
Não sei mas hei de me arranjar
Quando essa coisa linda passa
Muda até a cor do mar
Quem chega quer ficar
Quem sai tem que voltar
Ê, ê, ê, o mundo pára quando vejo você
Coração bate afobado, tum, tum
Oich, quibum, bum
Oich, quibum, bum
Que Coisa linda, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. O vendedor de bananas, de Jorge BenJor
Em outubro de 1969, a gravadora RCA Victor lança o álbum Os Incríveis que tem como faixa de abertura a música O vendedor de bananas, composta por Jorge BenJor especialmente para a banda Os Incríveis.
Um dos grandes sucessos da banda, O vendedor de bananas é uma das músicas mais cantadas até hoje nos shows que Os Incríveis realizam em diferentes cidades brasileiras e pode ser ouvida no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; no single Os Incríveis, RCA/BMG, 1982; e nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG,1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; no CD Os Incríveis (série 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001; e no DVD The Originals Pra todo mundo ouvir, Indie Records, 2005.
Letra:
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
Eu trago bananas pra vender
Bananas de todas qualidades
Quem vai querer
Olha a banana na Nanica,
Olha a banana ma Maçã,
Olha a banana Ouro,
Olha a banana Prata,
Olha a banana da Terra,
Figo, São Tomé,
Olha a banana d’Água.
Eu sou um menino
Que precisa de dinheiro
Mas pra ganhar de sol a sol
Eu tenho que ser bananeiro
Pois eu gosto muito
De andar sempre na moda
E pro meu amor puro e belo
Eu gosto de contar
As minhas prosas
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
O mundo é bom comigo até demais
Pois vendendo bananas
Eu também tenho o meu cartaz
Pois ninguém diz pra mim
Que eu sou um pária no mundo
Ninguém diz pra mim
Vai trabalhar vagabundo
Olha a banana
Olha o bananeiro
Mãe, mãe, mãe
Eu vendo banana mãe
Mãe, mãe
Mãe, mas eu sou honrado mãe
Olha a banana
Olha o bananeiro
O vendedor de bananas, de Jorge BenJor pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. Debaixo da cachoeira, de Dom
O lado B do single lançado pela RCA Victor, em 1975, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho traz mais uma música composta por Dom gravada pela banda: Debaixo da cachoeira.
Com Mingo na guitarra base e vocal, Nenê no baixo e vocal, Risonho na guitarra solo e Rogério na bateria, a música conta com arranjo de Os Incríveis.
Debaixo da cachoeira integra também o repertório do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1975; e do CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Debaixo da cachoeira
Certo dia de calor
Eu jurei que a vida inteira
Lhe daria meu amor
Ela pôs em meus cabelos
Suas mãos e me abraçou
Nessa hora atrás da serra
O sol se deitou
Ela então suspirou de amor
Quando a lua vestida de prata
O céu iluminou
Debaixo da cachoeira, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Arranjo: Os Incríveis
Coordenação Artística: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. Caminhemos, de Herivelto Martins
Após as gravações de Molambo, de Augusto Mesquita e Jayme Florence; Castigo, de Dolores Duran; Aquarela do Brasil, de Ary Barroso; Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; e Estrada do sol, de Dolores Duran e Tom Jobim, os músicos da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançam mais uma releitura de clássicos da MPB com a música Caminhemos, de Herivelto Martins.
Lançada em junho de 1947 por Francisco Alves, Caminhemos foi composta por Herivelto Martins no momento em que ele vivia um “clima adverso na minha casa, quando meu casamento com a Dalva (de Oliveira) começou a se deteriorar”, segundo depoimento do compositor.
A música ganhou diferentes interpretações ao longo do tempo e, em 1975, foi a vez da banda Os Incríveis lançar, no EP divulgado pela RCA Victor, a sua versão para um dos sambas-canção mais conhecidos da história da MPB. A música integrou também o repertório dos CDs Os Incríveis (Série Aplauso) lançado pela RCA/BMG, em 1996; O melhor de Os Incríveis, BMG, 1997; e Os Incríveis (Série 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Não, eu não posso lembrar que te amei
Não, eu preciso esquecer que sofri
Faça de conta que o tempo passou
E que tudo entre nós terminou
E que a vida não continuou pra nós dois
Caminhemos, talvez nos vejamos depois
Vida comprida, estrada alongada
Parto à procura de alguém
Ou à procura de nada…
Vou indo, caminhando
Sem saber onde chegar
Quem sabe na volta
Te encontre no mesmo lugar
Caminhemos, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (teclados)
Mário Lúcio (vocal)
Arranjo: Mário Lúcio
Coordenação Artística: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Sem destino, de Morina, D’ Escole e Tomassini
A música Vagabondo composta por Morina, D’Escole e Tomassini integra o repertório do LP Os Incríveis gravado pela banda em 1970, e lançado pela RCA Victor.
Com acompanhamento da orquestra RCA Victor, arranjo do maestro Daniel Salinas, e versão de George Freedman, a música ganhou o título de Sem Destino na interpretação de Os Incríveis.
Sem Destino integra também o repertório do CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela gravadora RCA/BMG, em 2001.
Letra:
Quando a cidade dorme
Com um blusão no ombro desço pra sair
No peito uma guitarra
E na mente tantas coisas
Eu ando sem saber pra onde ir
Vagabundo, sem destino
Algum santo me guiará
Vagabundo, vou seguindo
Sem saber onde vou chegar
Sozinho não se vive, sem amor não morrerei
Vagabundo, estou sonhando, e ando
Assim vou caminhando
Na estrada vejo um rio não sei onde irá
Na noite só os meus passos
E dois olhos procurando
Alguém que eu preciso encontrar
Vagabundo, sem destino
Algum santo me guiará
Vagabundo, vou seguindo
Sem saber onde vou chegar
Sozinho não se vive, sem amor não morrerei
Vagabundo, vou sonhando, e ando
Sem Destino e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (piano)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria )
Risonho (guitarra solo, violão e bandolim)
Arranjo: Daniel Salinas
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. Voa, passarinho… voa, de Augusto Moreno Netto
A primeira faixa do álbum Os Incríveis lançado em 1981 pela gravadora RCA Victor é a música Voa Passarinho…Voa…, de Augusto Moreno Netto.
Com arranjo e produção artística de Os Incríveis, a gravação da música Voa Passarinho…Voa contou com Manito, nos teclados; Mingo, na guitarra base e vocal; Nenê, no baixo e vocal; Netinho, na bateria; e Risonho na guitarra solo e violão.
Voa, passarinho…voa integra também o CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela gravadora RCA/BMG, em 2001.
Letra:
Voa passarinho, voa
Voa bem alto
Voa bem ligeiro
Seja o meu mensageiro
Leva no bico esta saudade minha
Voa passarinho, voa
Rasgando o céu
Num raio de esperança
Voa esse seu vôo livre
Nesse universo livre sem fronteiras
Vai, vai
Voa passarinho voa
Leva esta saudade minha
Vê se me traz uma notícia boa
Voa passarinho…Voa, de Augusto Moreno Netto, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclados)
Mingo (guitarra base, vocal)
Nenê (baixo,vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo, violão)
Arranjos: Os Incríveis
Produção artística: Os Incríveis
Técnicos de gravação: Reinaldo Cesar de Souza, Ricardo S. Carvalheira
Mixagem: Reinaldo Cesar de Souza, Stelio Carlini
Supervisão de áudio: Günther J. Kibelskstis (Corte), e José Oswaldo Martins
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. You know What I Want, de Alan Blaikley e Ken Howard (Instrumental)
A música You Know What I Want, de autoria de Alan Blaikley e Ken Howard, foi lançada pela banda inglesa de rock Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich, em fevereiro de 1966.
No Brasil, a música ganhou uma versão instrumental gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis, lançado em 1967, pela RCA Victor, e também para o CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela gravadora RCA/BMG, em 2001.
You Know What I Want , com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e oboé)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Amigo, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Em 2020, a revista americana Billboard, especializada em informações sobre a indústria musical, divulgou a lista das 50 melhores músicas latinas de todos os tempos tendo, na quarta colocação, a música Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos.
Com melodia composta em 1974 para uma música religiosa que acabou não sendo criada, a música ficou guardada por três anos quando Roberto Carlos, após um encontro com o amigo Erasmo, resolveu colocar uma letra nela. O resultado foi um verdadeiro hino à amizade que fez Erasmo Carlos chorar com “uma abundância de fazer inveja ao mar de Ipanema”, como o artista registrou em sua autobiografia Minha fama de mau publicada em 2009.
Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos integra o repertório do álbum Os Incríveis Os sucessos das paradas, lançado pela RCA Victor, em 1979; e também o do CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela gravadora RCA/BMG, em 2001.
Letra:
Você meu amigo de fé, meu irmão camarada
Amigo de tantos caminhos e tantas jornadas
Cabeça de homem, mas o coração de menino
Aquele que está do meu lado em qualquer caminhada
Me lembro de todas as lutas, meu bom companheiro
Você tantas vezes provou que é um grande guerreiro
O seu coração é uma casa de portas abertas
Amigo você é o mais certo das horas incertas.
Às vezes em certos momentos difíceis da vida
Em que precisamos de alguém pra ajudar na saída
A sua palavra de força, de fé, e de carinho
Me dá a certeza de que eu nunca estive sozinho
Você meu amigo de fé, meu irmão camarada
Sorriso e abraço festivo da minha chegada
Você que me diz as verdades com frases abertas
Amigo você é o mais certo das horas incertas
Não preciso nem dizer
Tudo isso que eu lhe digo
Mas é muito bom saber
Que você é meu amigo
Não preciso nem dizer
Tudo isso que eu lhe digo
Mas é muito bom saber
Que eu tenho um grande amigo
Amigo, de Roberto e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Diretor de Coordenação Artística e Repertório Nacional São Paulo: Osmar Zan
Produtor executivo, arranjos e regência: Hélio Santisteban
Seleção musical: V. Zandomenighi
Arte da capa: Tebaldo
Gravação e mixagem: Estúdios RCA Victor São Paulo
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. A chuva parou de cair, de Carlinhos Borba
O CD duplo Os Incríveis, da coleção RCA 100 anos de música, lançado pela RCA/BMG, em 2001, traz uma faixa inédita gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho: a música A chuva parou de cair, de autoria do produtor, compositor e cantor Carlinhos Borba.
Letra:
A chuva parou de cair
O sol vem de novo brilhar
Cheiro de Terra molhada e o dia a cantar
É novamente manhã
Nasce um dia de paz
Vem de uma noite de chuva que não volta mais
Tudo parece normal
Tudo parece viver
Mas no cenário do dia me falta você
E tudo me traz Lembranças de um tempo que passou
Que as coisas perdem o sentido
Eu sou apenas um alguém que um dia crê
E com o que podia te alcançar
Tudo se perde no ar
Mas não se pode esquecer
Que todo amor é mais vivo depois de morrer
A chuva parou de cair
O Sol vem de novo brilhar
O cheiro de Terra molhada e o dia a cantar
É novamente manhã
Nasce um dia de paz
Vem de uma noite de chuva que não volta mais
Tudo parece normal
Tudo parece viver
Mas no cenário do dia me falta você
Tudo parece normal
Tudo parece viver
Mas no cenário do dia me falta você
Tudo parece normal
Tudo parece viver
Mas no cenário do dia me falta você (Bis)
A chuva parou de cair, de Carlinhos Borba, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. Mundo louco, de Mitch Murray e Peter Robin Callander
Mundo louco é a versão da música Even the Bad Times Are Good, dos compositores ingleses Mitch Murray e Peter Robin Callander.
Gravada originalmente pela banda inglesa The Tremeloes, a música conquistou a certificação ouro da RIAA (Associação Americana da Indústria da Gravação).
Mundo louco, com Os Incríveis, integra o repertório do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em março de 1968; do álbum Os Incríveis Internacionais, lançado em novembro de 1968; do EP lançado pela RCA Victor de Portugal, em 1970; do LP Os Incríveis Disco de Ouro, RCA Victor, 1977; e dos CDs O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG1997; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; e Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Só se vê todo mundo correr
Foguete a subir, ou bomba a cair
Ninguém mais pode se entender
Escrevem jornais, de guerra e de paz
E tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
As nações pensam pra onde ir
Do mundo geral, com aço total,
Espiões pensam em descobrir
Segredos vitais, um louco a mais,
Mas tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Mundo louco, com Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (Sax e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. Kokorono-niji (Arco íris azul), de Hashimoto e Inque
A turnê feita pelos músicos de Os Incríveis ao Japão em 1968 resultou na gravação de várias músicas japonesas que alcançaram sucesso entre a colônia nipônica no Brasil, e também entre o publico que sempre acompanhou a trajetória da banda.
Kokorono-niji, de Hashimoto e Inque, com versão de Os Incríveis, uma das músicas trazidas da turnê pelo Japão foi lançada em um single pela RCA Victor, em 1968, alcançando sucesso imediato e liderando as paradas de sucesso de todo o país.
A música pode ser ouvida no LP Os Incríveis internacionais, RCA Victor, 1968; na coletânea As + Quentes, RCA Victor, 1968; no EP Os Incríveis no Japão, RCA Victor, 1968; nos LPs Os Incríveis Disco de Ouro, RCA Victor, 1977, e Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA Victor, 1981; no EP Os Incríveis 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; no CD Os Incríveis, série Aplauso, RCA/BMG, 1996; no CD duplo O essencial de Os Incríveis, lançado pela BMG, em 1999; e no CD duplo Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que eu nunca esqueci
Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
Duas pérolas a rolar
Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
No momento de voltar
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Itsuka anata to musubareta hi ni
Dakishime dakishimete amaeto ii no ne
Watashi no kokoro wa
Namida de yureru kedo
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru
Kokorono-niji com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
Comprovando, mais uma vez, a sua versatilidade musical, os integrantes da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho gravaram, em 1975, para o álbum Isso é a felicidade, da gravadora RCA Victor, a releitura de um dos clássicos da música brasileira: Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.
Com arranjo de Os Incríveis, a música contou com Mingo na guitarra base e vocal; Nenê no baixo, percussão e vocal; Risonho na guitarra solo; Rogério na bateria e percussão; e Fernando Netto nos teclados.
Em 1997, a música Qui nem jiló integrou o repertório dos CDs O melhor de Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1997; e Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia perdeu
Saudade assim é que é bom
Pra gente se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade então é ruim
Eu digo isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera eu voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar
Ai quem me dera eu voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar
Qui nem jiló, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo, percussão e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
13. El Relicario, de Padilha (Instrumental)
O lado B do primeiro 78 RPM gravado pela banda The Clevers / Os Incríveis, em agosto de 1963, para o selo Continental, trazia a música El Relicario, de Padilha.
Tocada no ritmo twist, El Relicario foi o primeiro grande sucesso da banda e integra o repertório de sucessos da banda lançado em formato CD por ocasião do centenário da gravadora RCA Victor, em 2001.
El Relicario, com a banda The Clevers/Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Neno (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
Ouça as 13 faixas do CD Os Incríveis, vol 2:
1. Marcas do que se foi, de Ruy Maurity e José Jorge (grupo Zurana)
Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor, mais um EP que traz, na primeira faixa, a música Marcas do que se foi, composição de Ruy Maurity e José Jorge, integrantes de um grupo de compositores que assinava músicas para a produtora Zurana.
A música, que se transformou em sucesso imediato, é um hit até os dias de hoje sendo a mais cantada nas festas de Reveillon de todo o país e pode ser ouvida no álbum Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1978; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981; nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG, 1997; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1977; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999; Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001; no DVD The Originals, Indie Records, 2005; no CD Os Incríveis (série 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão
O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar
Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer (bis)
Marcas do que se foi, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão
Coordenador artístico: Tony Campello
Arranjo: Os Incríveis
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. Declaro Paz, de Nenê
O multi-instrumentista e compositor Nenê teve muitas de suas músicas gravadas pela banda Os Incríveis. Uma delas, a música Declaro Paz, integra o repertório gravado para o álbum Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1981; e também os CDs O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997; e Os Incríveis (série 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
O que eu aprendi na vida
Foi nunca mais me aborrecer
Porque mais dia, menos dia
Tudo vai se resolver
Pensei em reformar o mundo
Achei que estava com a razão
Mas se ficar pensando em tudo
Não resolvo nada não
Se eu não estiver em paz comigo
Fica claro não consigo
Nem me entender
Hoje eu curto a minha vida
Porque sei que a vida é curta
E um dia eu também vou
Por isso mesmo eu quero
Paz, paz, paz
Declaro paz
Declaro paz, paz, paz
Enquanto eu viver
Declaro Paz, de Nenê, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e teclados)
Mingo (guitarra base, vocal)
Nenê (baixo,vocal)
Netinho (bateria, moog drums, vocal)
Risonho (guitarra solo, violão)
Arranjo: Os Incríveis
Produção artística: Os Incríveis
Técnicos de gravação: Reinaldo Cesar de Souza, Ricardo S. Carvalheira
Mixagem: Reinaldo Cesar de Souza, Stelio Carlini
Supervisão de áudio: Gunther J. Kibelskstis Corte e José Oswaldo Martins
Lay-out: Sidney Biondani
Fotos: Eric C. Forat
Arte: Beto (Freixa) Barros, Sérgio (Piquá) Bastos
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran
Após a parada da banda em 1972, os músicos de Os Incríveis seguiram caminhos diferentes.
Manito ao lado de Pedro Baldanza e Pedrinho Batera criou o grupo de rock progressivo O som nosso de cada dia.
Netinho se aliou a Aroldo, Piska, Cargê e Pique Riverte e montou a banda Casa das Máquinas.
Mingo, Nenê e Risonho, por sua vez, adotaram o nome Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho e gravaram, acompanhados de músicos de estúdio e também da Orquestra e Coro RCA Victor, três LPs, oito singles e dois EPs para a gravadora RCA Victor.
O primeiro desses álbuns, um single lançado em 1973 pela gravadora, traz, no lado A, a releitura da música Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran. A música pode ser ouvida também no LP Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho, lançado pela RCA Victor, em 1973; no single Os Incríveis, RCA Victor, 1973; no CD O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; e no CD duplo Os Incríveis, RCA/BMG, 2001.
Letra:
É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção
Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí
Sem pensar
No que foi que sonhei
Que chorei, que sofri,
Pois a nossa manhã
Já me fez esquecer
Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol
É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção
Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí
Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol
É, de manhã
É, de manhã
É, de manhã
Estrada do sol, com Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra havaiana)
Rogério (bateria)
Maestro Daniel Salinas (sintetizador)
Orquestra RCA Victor
Coordenação Geral: Osmar Zan
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. O Milionário, de Mike Maxfield (Instrumental)
De autoria do compositor e guitarrista inglês Mike Maxfield, a música O milionário foi gravada em 1965 e 1967 em duas versões instrumentais pela banda Os Incríveis.
Apresentada por Risonho aos músicos da banda, a música se transformou em dos grandes sucessos de Os Incríveis e abre o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, integrando também a coletânea O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis lançado em 1982, pelo selo Continental-MusiColor; o single lançado pela RCA Victor, em 1982; o EP Os Incríveis – 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; e os CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; o CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001; o CD Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001; a coletânea Jovem Guarda pra sempre ao vivo – 40 anos de Jovem Guarda, Videolar, 2005, vol.2; e o DVD The Originals, vol. 2, Warner Music, 2006.
A segunda versão de O milionário gravada pela banda Os Incríveis, em 1967, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Renascerá, de Los Brincos
O LP Os Incríveis neste mundo louco lançado pela gravadora Continental, em 1967, com a trilha sonora do filme do mesmo nome realizado pela banda Os Incríveis em cinco países da Europa, trazia a primeira versão da música Renascerá gravada por Os Incríveis, um dos grandes sucessos da banda.
Lançada originalmente pela banda espanhola Los Brincos, em 1966, Renascerá é uma das músicas do repertório de Los Brincos gravada pelo Incríveis.
A música integra também a coletânea Festa da Juventude lançada pela Continental, em 1967; e o single Os Incríveis e EP Os Incríveis neste mundo louco divulgados pela Continental, em 1967, durante a fase de transição da banda para a RCA Victor; e no álbum O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis, lançado pela Continental/Musicolor, em 1982.
Em outubro de 1969, a RCA Victor lança, no álbum Os Incríveis, a segunda versão da música Renascerá, gravada pela banda Os Incríveis.
Essa segunda versão da música Renascerá, de Los Brincos, pode ser ouvida também no álbum Os Incríveis Disco de ouro, lançado pela gravadora RCA/BMG, em 1977; e no CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Meu bem está longe daqui
Não sei por que fugiu de mim
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá
Meu coração juro por ti
Que sabe tudo que sofri
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá
Meu bem está longe daqui
Não sei porque fugiu de mim
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá
Renascerá, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link da canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. O mundo mudará, de Migliacci e Romitelli
O mundo mudará, de Migliacci e Romitelli, é mais uma música de autoria do compositor, ator, e produtor italiano Franco Migliacci gravada pelos músicos da banda Os Incríveis.
Com versão de Alf Soares, a música composta por Migliacci em parceria com Romitelli, integra o repertório gravado no álbum Isso é a felicidade gravado pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho; e no CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Você que sempre está
Olhando e nada vê
Procura soluções
Razões e o porquê
E tudo quer mudar
Sem nada conseguir
Não adiantará
Ter medo deste mundo
Precisa ter coragem
Eu, eu já tentei também
Verá que o mundo mudará
E sem problemas viverá
Porque o amor não vai morrer
E o ódio acabará
Assim é a vida
Verá que um dia chegará, verá
E no mundo a paz renascerá
E os olhos só refletirão amor e paz
Não luta mais
Ideias você tem
E o mundo não as quer
Coragem meu irmão
Só faça o que puder
Não tente resolver
As coisas pelo mal
Assim só correrá
Caminhos e caminhos
Que levarão a nada
Eu, eu já tentei também.
Vedrai che il mondo cambierà
Le sue ferite guarirà
L’amore no, non può morire
Sarebbe come dire che questa è la fine
Vedrai, la notte finirà
E l’uomo si risveglierà
Con gli occhi e il cuore di un bambino
Che non può tradire mai
O mundo mudará, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. This is on my side, de Norman Meadle
Composta por Jerry Ragovoy, sob o pseudônimo de Norman Meadle, Time Is On My Side foi gravada pela primeira vez em 1963 pelo trombonista de jazz Kai Winding e sua orquestra.
Em 1964, a música ganhou uma versão soul gravada pela cantora Irma Thomas que incluía interjeições de palavras faladas no refrão, um monólogo no meio da música, guitarra solo, e letras adicionais de Jimmy Norman.
No mesmo ano, a banda inglesa Rolling Stones gravou duas versões de Time Is On my Side que trazem as inovações feitas por Irma Thomas. O single com a segunda versão da música tornou-se o primeiro hit dos Rolling Stones no top ten, dos Estados Unidos.
No Brasil, Time Is On My Side, com o título This Is On My Side, foi gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Os incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968, mantendo a interpretação e arranjo propostos por Irma Thomas.
A música pode ser ouvida também no CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Time, this is on my side (Yes it is)
Time, this is on my side (Yes it is)
Now you always say that you want to be free
But you’ll come running back, you’ll come running back
You’ll come running back to me
Yeah, time is on my side (Yes it is)
Time is on my side (Yes it is)
You’re searching for good times, but just wait and see
You’ll come running back…
Go ahead, baby, go ahead. Go ahead and light up the town
And baby, do anything your heart desires
Remember, I’ll always be around
And I know like I told you so many times before
You’re gonna come back
Yeah, you’re gonna come back, baby
Knockin’, yeah, knockin’ right on my door, yeah!
Time, this is on my side (Yes it is)
Time, this is on my side (Yes it is)
Cause I’ve got real the love, the kind that you need
You’ll come running back…
Yeah, time, time, time, this is on my side (Yes it is)
I said, time, time, time is on my side (Yes it is)
I said, time, time, time is on my side
Time Is On My Side , com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (piano e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Molambo, de Augusto Mesquita e Jayme Florence
A música Molambo, de autoria de Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira dos regionais, foi lançada em 1953 em um 78 RPM gravado pela cantora amazonense Maria Júlia da Silva, a Julinha Silva, e regravada por cantores como Nelson Gonçalves, Elizeth Cardoso, Cauby Peixoto, Maysa, Djavan, Jamelão, Maria Bethânia e muitos outros intérpretes de grande importância no cenário da música brasileira.
Em 1967 foi a vez de Os Incríveis gravarem uma releitura da música.
Abrindo o lado B do álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis, Molambo é cantada pelo baixista Nenê que empresta o timbre suave de sua voz à letra da canção.
Presença constante nas paradas de sucesso de todo o país, a releitura de Molambo feita pela banda Os Incríveis, passou a integrar coletâneas de sucessos da banda estando presente nos CDs Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999; no CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001; no CD Os Incríveis ao vivo, Warner Music, 2001; e no DVD The Originals vol. 2, Warner Music, 2006.
Letra:
Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira
Que não pode ser
E que depois de tudo
O que ela me fez
Eu jamais deveria aceitá-la outra vez
Bem sei que assim procedendo
Me exponho ao desprezo de todos vocês
Lamento, mas fiquem sabendo
Que ela voltou e comigo ficou
Ficou pra matar a saudade
A tremenda saudade
Que não me deixou
Que não me deu sossego um momento sequer
Desde o dia em que ela me abandonou
Ficou pra impedir que a loucura
Fizesse de mim um molambo qualquer
Ficou desta vez para sempre
Se Deus quiser.
Molambo, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (xilofone)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. Espanha Cañi, de Pascual Marquina Narro (Instrumental)
O CD duplo Os Incríveis RCA 100 anos de música traz uma música gravada pela banda Os Incríveis não lançada anteriormente: o pasodoble Espanha Cañi, do compositor espanhol Pascual Marquina Narro.
Conhecido por suas composições no ritmo pasodoble, Pascual Narro compôs para diferentes ritmos espanhóis tendo deixado também muitas composições para orquestra.
A música Espanha Cañi, uma das mais conhecidas de seu repertório, recebeu vários arranjos pelo mundo todo sendo muito utilizada para espetáculos de dança espanhola.
Composta no primeira metade da década de 20 do século passado, Espanha Cañi foi gravada pela primeira vez em 1926.
Em 1981, a música foi gravada pela banda Os Incríveis, mas não foi lançada comercialmente.
De posse do fonograma original, a gravadora RCA/BMG incluiu a gravação de Espanha Cañi feita por Os Incríveis, no CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001 .
Espanha Cañi, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. João sem Deus, de Carlinhos Borba, sob pseudônimo de Arthur/Galahad
João sem Deus, de Arthur/Galahad é a segunda faixa do lado B do álbum Isso é a felicidade gravado pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para a RCA Victor, em 1975.
Com arranjo base de Os Incríveis e arranjo de metais e cordas do Maestro Daniel Salinas, a música contou com a guitarra base e vocal de Mingo, baixo e vocal de Nenê, guitarra solo de Risonho, e os músicos de estúdio Rogério, na bateria, e Fernando Netto, nos teclados.
A música João sem Deus integra também o repertório do CD Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
Toda gente agora vai deixar
A casa santa
E vai caminhar
O sol é quente
E é domingo
E toda gente da cidade
Foi o padre ouvir
Todo mundo pediu
O que bem quis
Cada um pediu pra ser feliz
Acreditando
Que um dia lá no céu a paz vão ter
Somente João não crê
No céu que ele nunca vê
Nem sequer o amor ele provou
A vida inteira
Não sabe o que é perdão
Nem sabe o que é João
Nessa vida não se encontrou
Nenhum sonho realizou
Toda gente agora vai deixar
A casa santa e vai caminhar
O sol é quente
E João olha calado
Sem motivos para caminhar
A verdade ninguém vai dizer
E João jamais irá saber
Se a vida aqui na terra
É para um dia lá no céu morar
Somente João não crê
No céu que ele nunca vê
Nem sequer o amor ele provou
A vida inteira
Não sabe o que é perdão
Nem sabe o que é João
Nessa vida não se encontrou
Nenhum sonho realizou
Toda gente agora vai deixar
A casa santa e vai caminhar (bis)
João sem Deus, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. Forró do Brás (La fiesta del Blas), de J.L. Armenteros e P. Herrero. Versão Alf Soares
Forró do Brás, música gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Isso é a felicidade, de 1975, foi relançada no lado B do single divulgado pela gravadora RCA Victor, no mesmo ano.
A música traz, na letra, a interpretação dos compositores espanhóis J.L. Armenteros e P. Herrero sobre o que aconteceu com o “Arnesto” que não pode esperar pelos seus convidados para um samba no Brás.
Com versão de Alf Soares, Forró do Brás teve a participação de Mingo, na guitarra base e vocal; Nenê, no baixo e vocal; Risonho, na guitarra solo; e os músicos de estúdio Rogério, na bateria; e Fernando Netto, nos teclados.
A música faz parte também do repertório do CD O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997; e do CD duplo Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música) lançado pela RCA/BMG, em 2001.
Letra:
Era noite de festa
Muita alegria, gente demais
Lá na casa do Doca,
Filho do Arnesto,
Turma do Brás,
Dessa vez encontramos,
Tudo em seu lugar
Seu Arnesto
Tocava a sua sanfona
E a gente a dançar
Seu Arnesto
Tocava a sua sanfona
E a gente a dançar
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
Outro dia encontrei
Com o filho do Arnesto
Para agradecer
Ele então me contou
O que o seu pai
Mandou me dizer
Alguns anos atrás
A mancada foi só
Não ter posto
Um recado
Dizendo
Que ele foi pro forró,
Não ter posto
Um recado
Dizendo
Que ele foi pro forró,
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
Forró do Brás, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. I Love You Tokio, de Gossaku e Nakuyuki
A turnê feita pelos músicos de Os Incríveis ao Japão em 1968 resultou na gravação de várias músicas japonesas que alcançaram sucesso entre a colônia nipônica no Brasil, e também entre o público que sempre acompanhou a trajetória da banda.
Após o sucesso nacional de Kokorono-niji, Os Incríveis gravaram, em japonês, para o LP Os Incríveis Internacionais lançado em 1968, pela RCA Victor, a música I Love You Tokio, de Gossaku e Nakuyuki. A música pode ser ouvida também no EP Os Incríveis no Japão, RCA, 1968; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981; e no CD Os Incríveis (série 100 anos de música), RCA/BMG, 2001.
Letra:
nana-iro no niji ga kyette shimahtta no
shyabon-dama no yoona atashi no namida
anata dake ga
iky-gai nano wasurarenai
love you love you namida no Tokyo
itsudemo atashi mezo-mezo shinai wa
shyabon-dama no yoona akarui namida
ashitta kara wa
anata nashi de ikytte yuku no neh
Love you love you namida no Tokyo
shiawase no hoshi wo kiyhtto mitsukeru no
shyabon-dama no yoona yume miru namida
obaka-san neh
anata dake wo shyndjitta atashi
Love you love you namida no Tokyo
namida no Tokyo
I Love You Tokio, com Os Incríveis pode ser ouvida link Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
13. Medley: O vagabundo/Vendedor de bananas/O milionário/Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava I Beatles I Rolling Stones) (de Migliacci e Lusini versão: Os Incríveis.
O CD duplo Os Incríveis (Coleção RCA 100 anos de música), lançado em 2001, pela RCA-BMG, tem como última faixa um medley com quatro dos maiores sucessos da banda Os Incríveis: O vagabundo, de G. Reverberi, M. Scommegna, R. Leva e Sergio Bardotti; O vendedor de bananas, de Jorge BenJor; O Milionário, de Mike Maxfield; e Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava I Beatles I Rolling Stones), de Migliacci e Lusini
Ficha técnica:
Manito (teclado e sax)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino