Em 1993, a gravadora RCA Victor/BMG lança, no formato CD, o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado, anteriormente, em 1976, pela RCA Candem, com quatorze sucessos da banda.
Ouça as 14 faixas:
1. O Milionário (The Millionaire), de Mike MaxField
De autoria do compositor e guitarrista inglês Mike Maxfield, a música O milionário foi gravada em 1965 e 1967 em duas versões instrumentais pela banda Os Incríveis.
Apresentada por Risonho aos músicos da banda, a música se transformou em dos grandes sucessos de Os Incríveis e abre o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, integrando também a coletânea O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis lançado em 1982, pelo selo Continental-MusiColor; o single lançado pela RCA Victor, em 1982; o EP Os Incríveis – 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; e o CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993.
A segunda versão de O milionário gravada pela banda Os Incríveis, em 1967, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. Molambo, de Jayme Florence e Augusto Mesquita
A música Molambo, de autoria de Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira dos regionais, foi lançada em 1953 em um 78 RPM gravado pela cantora amazonense Maria Júlia da Silva, a Julinha Silva, e regravada por cantores como Nelson Gonçalves, Elizeth Cardoso, Cauby Peixoto, Maysa, Djavan, Jamelão, Maria Bethânia e muitos outros intérpretes de grande importância no cenário da música brasileira.
Em 1967 foi a vez de Os Incríveis gravarem uma releitura da músicapara o LP Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e…. Os Incríveis. .
Cantada pelo baixista Nenê que empresta o timbre suave de sua voz à letra da canção, Molambo se transformou em um dos grandes sucessos de Os Incríveis e integra também o repertório do CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
Letra:
Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira
Que não pode ser
E que depois de tudo
O que ela me fez
Eu jamais deveria aceitá-la outra vez
Bem sei que assim procedendo
Me exponho ao desprezo de todos vocês
Lamento, mas fiquem sabendo
Que ela voltou e comigo ficou
Ficou pra matar a saudade
A tremenda saudade
Que não me deixou
Que não me deu sossego um momento sequer
Desde o dia em que ela me abandonou
Ficou pra impedir que a loucura
Fizesse de mim um molambo qualquer
Ficou desta vez para sempre
Se Deus quiser.
Molambo, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube
Ficha técnica:
Manito (xilofone)
Mingo (guitarra base e backing vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. O vagabundo (Giramondo), de Leva, Bardotti e Scommegna – versão: George Freedman
O single Os Incríveis lançado em julho de 1969 pela RCA Victor trazia, no lado A, a música O vagabundo, composta por Leva Bardotti e Reverberi, com versão de George Freedman. A música se transformaria em mais um megasucesso da banda Os Incríveis sendo presença obrigatória nos set lists dos shows da banda até os dias atuais, e também nas diferentes coletâneas de sucessos da banda.
A música O vagabundo, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; no medley gravado para o single Os Incríveis lançado pela RCA, em 1982; e no CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993.
Letra:
Um giramundo como eu
Que vive a vida a procurar
Alguém que siga o meu caminho
E veja tudo como eu…
Se caminhando eu encontrar
Alguém que pensa como eu
Será o fim dessa estrada
E finalmente irei parar…
Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…
Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…
O vagabundo, com Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. Perdi Você, de Carlos Mendes e José Roberto Diogo (Instrumental)
Gravada em 1966 pela banda portuguesa Sheiks, a música Perdi você (Missing You), de Carlos Mendes e José Roberto Diogo, foi lançada na Espanha, Inglaterra e França, tendo alcançado o 8º lugar de vendas em Paris.
No Brasil, Perdi você foi gravada pela banda Os Incríveis para os álbuns Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stone e… Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1967; para o single de 1968 que traz a música Sayonara, Sayonara, de Mike Maki e Hachidai Nakamura, no lado A; para o LP Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e para o CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993.
Perdi você, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Sem vergonheira, de Antonio Carlos e Jocafi
O lado B do single Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em julho de 1971, traz o xaxado Sem Vergonheira composto pelos baianos Antônio Carlos e Jocafi.
Ritmo e dança típicos do Nordeste brasileiro com raiz nos costumes do sertanejo do interior de Pernambuco de “xaxar” o feijão juntando a terra com uma enxada pequena no pé do caule do broto com poucos dias de nascido, a dança xaxado é acompanhada, originalmente, por conjuntos de pífano, zabumba, triângulo e sanfona.
Da instrumentação tradicional do xaxado, Os Incríveis utilizaram, na gravação da música composta por Antônio Carlos e Jocafi, percussão e triângulo tocados por Manito e Netinho, acompanhados pelo baixo tocado por Nenê, teclado tocado por Manito, e guitarras tocadas por Aroldo e Mingo. No vocal Mingo, Nenê e Aroldo.
Sem vergonheira integra também o repertório do álbum 1910, da banda Os Incríveis, lançado pela gravadora RCA Victor, em 1972; do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em Angola, em 1972, do álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e do CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993.
Letra:
Na, na, na, nana, nana, naram, na, naram, na (bis)
Sem vergonheira
No forró do seu Mané,
Entre o povo convidado,
Não achei uma muié.
Sem vergonheira
No forró do seu Mané,
Entre o povo convidado,
Não achei uma muié.
Na, na, na, nana, nana, naram, na, naram, na (bis)
Te desconjuro, batalhei a noite inteira,
Procurando uma parceira,
Pra dançar o meu xaxado.
Xaxado, xaxado, xado,
xaxado, xado, xaxado,
xaxado, xaxado, xado,
xaxado, xaxado, xado, uhulll!
São Benedito estou me desconhecendo,
Vou sair daqui correndo,
Pra xaxar xaxado, lá
Sem vergonheira com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Aroldo (guitarra solo e vocal)
Manito (teclado, percussão e triângulo)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (percussão)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. Czardas, de Vittorio Monti (Instrumental)
A música Czardas composta por Vittorio Monti, em 1904, foi inspirada no folclore húngaro e escrita, originalmente para violino, bandolim, ou piano.
Na releitura gravada pela banda Os Incríveis para o LP homônimo lançado em 1967, Czardas é interpretada de forma magistral por Manito no órgão Farfisa, tornando-se um dos hits da banda, e merecendo entrar no repertório do álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, e também no CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
Czardas, com a banda Os Incríveis pode ser ouvido no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (órgão)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. Israel, de Zambrini, Cini e Migliacci – versäo Nazareno de Brito
A música Israel foi composta em 1967 pelo musicista e produtor discográfico Bruno Zambrini em parceria com o compositor, produtor, arranjador e maestro Ruggero Cini, e o letrista, produtor e ator Franco Migliacci.
Gravada originalmente por Gianni Morandi, a música no Brasil foi gravada pela banda Os Incríveis para o single Os Incríveis e para o álbum Os Incríveis Internacionais lançados pela RCA Victor, em 1968, com versão do compositor Nazareno de Brito.
A música integrou também a coletânea 14 sucessos da Jovem Guarda, v.2, lançado pela RCA Victor, em 1968, e o CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
Letra:
Israel, Israel, Israel, Israel
Cruzando os mares
Vencendo os montes
Perdi as flores
E minhas plantas
Pelas sementes
Cerrei os punhos, porque
Até areia me bastaria
Eu viveria e cresceria
E lá as plantas nascerão
E um dia florirão
Depois te amará
Mesmo quem não te quis jamais
Israel, Israel, Israel, Israel
Preciso fogo para aquecer-me
Que já não tenho as minhas carnes
Em vez de pão, pra minha fome
Me deram aço, para o meu corpo
Mas eu não choro, não não lamento
O ódio não constrói
O meu sofrer não dói
Depois as plantas nascerão
As flores florirão
E agora te amará
Mesmo quem não te quis jamais
Israel, Israel, Israel, Israel
Israel, Israel, Israel, Israel
Israel com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava I Beatles I Rolling Stones), de Migliacci e Lusini – versão: Os Incríveis
Em 1967, a banda Os Incríveis passa a integrar o cast da gravadora RCA Victor tornando-se, já com o primeiro single gravado em julho do mesmo ano trazendo, no lado A, a música Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, o carro chefe de vendas da gravadora.
A partir da gigantesca repercussão da gravação da música Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones a RCA Victor lançou, apenas três meses depois da divulgação do single, o primeiro LP da banda Os Incríveis na nova gravadora.
No título do LP, uma dedicatória carinhosa de Os Incríveis para a música e para o público que os consagrou definitivamente: Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis.
Devido ao sucesso alcançado, a música Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, com a banda Os Incríveis, passou a ser faixa obrigatória de todos os álbuns de sucessos da banda lançados pela gravadora , assim como de todas as coletâneas de sucessos de bandas de música jovem lançadas no país, a saber: coletânea 14 sucessos da Juventude lançado pela RCA Victor, em agosto de 1967; o EP Os Incríveis, lançado pela RCA Victor, em outubro de 1967; o LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; o single Os Incríveis, RCA Victor, 1982; o EP Os Incríveis 4 sucessos de ouro, ECA Victor, 1982; e o CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993.
Letra:
Era um garoto que como eu
Amava Os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo sempre a cantar
As coisas lindas da América
Não era belo, mas mesmo assim
Havia mil garotas sim
Cantava Help, and Ticket to Ride
Oh, Lady Jane, or Yesterday
Cantava viva a liberdade
Mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra, o separou
Fora chamado na América
Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
Mandado foi ao Vietnã
Brigar com vietcongs
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá
Era um garoto que como eu
Amava Os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou
Fazendo a guerra do Vietnã
Cabelos longos não usa mais
Não toca a sua guitarra e sim
Um instrumento que sempre dá
A mesma nota, ra-tá-tá-tá
Não vê amigos, nem mais garotas
Só gente morta caindo ao chão
Ao seu país não voltará
Pois está morto no Vietnã
Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
No peito, um coração não há
Mas duas medalhas sim
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá
Ratá-tá-tá-tá, rá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá, rá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá
Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube, transcrito abaixo
Ficha técnica:
Manito (teclado e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. Minha Oração, de Boulanger e Kennedy (Instrumental)
A gigantesca repercussão atingida com a gravação da música Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones fez com que a RCA Victor lançasse, apenas três meses depois do lançamento do single, o primeiro LP da banda Os Incríveis na nova gravadora.
O título do LP era uma dedicatória carinhosa de Os Incríveis para a música e para o público que os consagrou definitivamente: Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis.
A música Minha Oração, de Georges Boulanger e Jimmy Kennedy, abre o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis de 1967, lançado pela RCA Victor, e integra o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e o CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
Minha oração, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (Sax e teclados)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. O Vendedor de bananas, de Jorge BenJor
A música O vendedor de bananas, composta por Jorge BenJor especialmente para a banda Os Incríveis, tornou-se um dos grandes sucessos da banda, sendo uma das músicas mais cantadas até hoje nos shows que Os Incríveis realizam em diferentes cidades brasileiras.
O vendedor de bananas, de Jorge BenJor é uma das músicas do álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, e também do CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
O vendedor de bananas, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. O Homem do Braço de Ouro, de Fine e Bernstein (Instrumental)
Música tema do filme The Man with the Folden Arm, lançado em 1955, com roteiro baseado no livro homônimo do romancista norte-americano Nelson Algren, o filme conta a história de um carteador que sonha em se tornar baterista de uma banda de Jazz.
A trilha sonora do filme, composta por Elmer Bernstein no estilo jazz, é uma das mais famosas da história do cinema e foi indicada para o Oscar de 1956.
A música O homem do braço de ouro integra o repertório gravado pela banda Os Incríveis para o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis lançado pela gravadora RCA Victor, em 1967, e está também no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e no CD Os Incríveis, lançado pela BMG, em 1993.
O homem do braço de ouro, de Elmer Bernstein pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. Quando vejo o sol, de Nenê e Ravel
Nenê Benvenuti, multi-instrumentista, compositor e baixista de Os Incríveis teve várias de suas composições gravadas pela banda. Uma delas gravada no álbum Os Incríveis lançado pela gravadora RCA Victor, em outubro de 1969, e regravada no single Os Incríveis de outubro de 1970, é Quando vejo o Sol composta em parceria com Ravel, da dupla Dom e Ravel.
A música integra também o repertório do álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e do CD Os Incríveis, lançado pela BMG, em 1993.
Letra:
De manhã quando vejo o sol,
vejo o mar e o céu azul.
Então entendo que te amo.
Por favor esqueça
seu orgulho e veja
como sofro sem você,
preciso te dizer.
Toda noite eu fico só.
Vejo a lua se enfeitar,
como se fosse pra nós dois.
Só você não sabe
todo o amor que cabe
dentro do meu coração,
e o porquê desta canção.
Estou triste, porque sinto que existe mais alguém.
E mesmo que ele fosse pra bem longe, você iria também.
Quando vejo o sol, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra havaiana)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
13. Vendi Os Bois, de Dom
A música Vendi os bois é mais uma composição de Dom gravada pela banda Os Incríveis, em 1969.
Cantada a duas vozes no estilo das modas de viola, a música tem por tema o casamento “do filho moço” feito na roça, segundo os costumes das famílias envolvidas.
A música foi regravada, em 1976, no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, e, em 1996, por Sérgio Reis, no LP Boiadeiro; e no CD Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993.
Vendi os bois com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (percussão)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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14. Eu te amo meu Brasil, de Dom e Ravel
A música Eu te amo meu Brasil de autoria de Eustáquio Gomes de Farias, o Dom, foi lançada pela gravadora RCA Victor no single Os Incríveis, em outubro de 1970.
A música integra o repertório do álbum Os Incríveis lançado pela RCA Victor, no final do mesmo ano; e também o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; e o CD Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1993 .
Gravada no ano em que a seleção brasileira de futebol conquistou a Copa do Mundo, no México, tornando-se tricampeã mundial, a música, que traz em sua letra o enaltecimento da natureza e da mulher brasileiras, surgiu em um momento de grande predisposição para o reconhecimento dos valores nacionais tornando-se sucesso absoluto nas paradas musicais de todo o país.
O sucesso obtido fez com que a música fosse indicada pelo então governador de São Paulo, Abreu Sodré, para ser uma espécie de “hino” nacional, despertando o interesse do poder político de Brasília pela gravação.
A reação contrária a essa ideia por parte da imprensa e da classe artística foi imediata ocasionando um grande desconforto para os músicos da banda que acabaram se tornando o centro de discussões politizadas que defendiam um posicionamento dos artistas sobre o assunto.
O desgaste provocado pelo envolvimento involuntário dos músicos e do compositor Dom nas ações de marketing da ditadura militar foi o início do processo de separação da banda ocorrido dois anos mais tarde.
Letra:
Escola…
Marche…
As praias do Brasil ensolaradas (Lá lá lá lá…)
O chão onde o país se elevou (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Mulher que nasce aqui
Tem muito mais amor
O Céu do meu Brasil tem mais estrelas (Lá lá lá lá…)
O Sol do meu país, mais esplendor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil
As tardes do Brasil são mais douradas (Lá lá lá lá…)
Mulatas brotam cheias de calor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Eu vou ficar aqui
Porque existe amor
No carnaval, os gringos querem vê-las (Lá lá lá lá…)
Num colossal desfile multicor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil
Adoro meu Brasil de madrugada (Lá lá lá lá…)
Nas horas que eu estou com meu amor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
A minha amada vai comigo aonde eu for
As noites do Brasil tem mais beleza (Lá lá lá lá…)
A hora chora de tristeza e dor (Lá lá lá lá…)
Porque a natureza sopra
E ela vai-se embora
Enquanto eu planto amor
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Outra vez)
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Pra terminar agora)
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, de Dom, encerra o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado, bumbo, minimoog e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo, bumbo e vocal)
Netinho (repique, bumbo e bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino