Os Incríveis LP DISCO DE OURO – RCA-109.0025, 1977

Em 1977, a RCA Victor lança mais uma coletânea de sucessos da banda Os Incríveis, desta vez dentro da coleção Disco de Ouro. Na seleção das músicas escolhidas estão sucessos do tempo em que a banda pertencia ao cast da gravadora Continental, hits da segunda formação da banda já na gravadora RCA Victor, e sucessos da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho criada por três integrantes de Os Incríveis após a parada do grupo,  em 1972.  

Ouça as 14 faixas:

1. El Relicario, de Padilla (Instrumental)

Gravado pela banda The Clevers / Os Incríveis, em agosto de 1963, em seu primeiro 78RPM,   a música El Relicario, de Padilha, tocada no ritmo twist, foi o primeiro sucesso nacional da banda.

El Relicario, com a banda The Clevers/Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Manito (sax)

Mingo (guitarra base)

Neno (baixo)

Netinho (bateria) 

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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Edição de vídeoErlon Bernardino

2. Kokorono-niji (O Arco Íris Azul), de Hashimoto e Inque – versão: Os Incríveis

Em 1968, a banda  Os Incríveis embarcou  para o Japão para uma série de  apresentações agendadas nas cidades de  Tóquio, Hokkaido, Hasahikawa, Otaru e Sapporo.

No Japão conheceram a música Kokorono-niji gravada pela banda japonesa  The Blue Comets.

Regressando ao Brasil, Os Incríveis gravaram Kokorono-niji, em português e japonês, para o LP Os incríveis Internacionais, lançado pela RCA Victor, em 1968.

Letra:

Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que eu nunca esqueci

Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
Duas pérolas a rolar

Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
No momento de voltar

Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci

Itsuka anata to musubareta hi ni
Dakishime dakishimete amaeto ii no ne
Watashi no kokoro wa
Namida de yureru kedo
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru

Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru

Sucesso absoluto entre a colônia japonesa radicada no país, Kokorono- niji permanece até os dias atuais como um dos grandes sucessos de Os Incríveis,  e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarras solo e havaiana)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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3. Que Coisa Linda, de Dom

No LP Os Incríveis lançado pela RCA Victor em outubro de 1969, a banda lança um dos compositores brasileiros mais gravados por Os Incríveis: o compositor Dom, da dupla Dom e Ravel.

A música Que Coisa linda gravada com o acompanhamento da orquestra RCA Victor torna-se, na interpretação de Os Incríveis,  o primeiro grande sucesso de Dom e pode ser ouvida também no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no single Os Incríveis em espanhol, RCA Victor, 1970;  e no LP Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA Victor, 1977.

Letra:

É, eu voltei pra ver você
Faz bem à minha mente, olhar
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto minh’alma bailar
Vontade de viver
Voltei pra ver você

E dessa vez eu não vim só
Ele pediu pra acompanhar
Quando essa coisa linda passa
Um vento fino toca o mar
Parece até cantar
Quem vê lhe dá lugar

É linda, é linda, muito linda
Eu disse que voltava ainda
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto a terra balançar

Hoje eu me atiro ao mar
Vou com você nadar

E dessa vez sou nadador
Não sei mas hei de me arranjar
Quando essa coisa linda passa
Muda até a cor do mar
Quem chega quer ficar
Quem sai tem que voltar

Ê, ê, ê, o mundo para quando vejo você
Coração bate afobado, tum, tum
Oich, quibum, bum
Oich, quibum, bum

Que Coisa linda, com a banda Os Incríveis,  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.

Ficha técnica:

Manito (sax e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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4. A Montanha, de Roberto Carlos, Erasmo Carlos

A música A montanha, de Roberto e Erasmo Carlos, é entendida como uma expressão lírica de fé e de gratidão dos seus compositores.

Utilizando a metáfora da subida da montanha, a letra da música descreve uma jornada espiritual em busca de um entendimento mais profundo da vida, sendo, ao mesmo tempo, um hino de agradecimento pelas bênçãos recebidas.

O álbum  Os Incríveis Disco de Ouro lançado pela gravadora RCA Victor, em 1977, traz a versão da banda paulistana para  A montanha.

Letra:

Eu vou seguir uma luz lá no alto,
Eu vou ouvir uma voz que me chama,
Eu vou subir a montanha e ficar bem mais
Perto de Deus e rezar.

Eu vou gritar para o mundo me ouvir
E acompanhar toda minha escalada,
E ajudar
A mostrar como é o meu grito de amor e de fé

Eu vou pedir
Que as estrelas não parem de brilhar,
E as crianças não deixem de sorrir,
E que os homens jamais
Se esqueçam de agradecer.

Por isso eu digo:
Obrigado, Senhor, por mais um dia!
Obrigado, Senhor, que eu posso ver!
Que seria de mim sem a fé
Que eu tenho em você.

Por mais que eu sofra
Obrigado, Senhor, mesmo que eu chore,
Obrigado, Senhor, por eu saber
Que tudo isso me mostra o
Caminho que leva a você!

Mais uma vez:
Obrigado, Senhor, por outro dia!
Obrigado, Senhor, que o sol nasceu!
Obrigado, Senhor, agradeço: obrigado, Senhor!
Por isso eu digo:
Obrigado, Senhor, pelas estrelas!
Obrigado, Senhor, pelo sorriso!
Obrigado, Senhor, agradeço: obrigado, Senhor!
Mais uma vez:
Obrigado, Senhor, por um novo dia!
Obrigado, Senhor, pela esperança!
Obrigado, Senhor, agradeço: Obrigado, Senhor!
Por isso eu digo:
Obrigado, Senhor, pelo sorriso!
Obrigado, Senhor, pelo perdão!
Obrigado, Senhor, agradeço: Obrigado, Senhor!
Mais uma vez:
Obrigado, Senhor, pela natureza!
Obrigado, Senhor, por tudo isso!
Obrigado, Senhor!

A montanha, de Roberto e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do  canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Netto (piano e órgão)

Coordenação Artística: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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5. Tua Voz, de A. Barriere (Instrumental)

Em abril de 1966, a gravadora Continental lança o LP Os Incríveis trazendo, na capa, a nova formação do grupo que passou a contar com o multi-instrumentista Nenê, ex-The Rebels e ex-The Beatnicks, no lugar do baixista Neno.

Na primeira faixa o álbum trazia a música Plus Je T’entends, Tua Voz, em português, composta pelo cantor e compositor francês Alain Barrière.

A música, com solo de Manito no sax,  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (sax)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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6. Castigo, de Dolores Duran

A música Castigo composta por Dolores Duran é a última faixa do lado A do álbum Os Incríveis Internacionais  lançado pela RCA Victor, em 1968.

Pertencente ao  gênero  samba canção, Castigo  tem por tema  o arrependimento pela perda de um amor expondo uma das características muito comuns  nos sambas canções dos anos 50: a “fossa e a dor de cotovelo”.

Gravada pela primeira vez por Roberto Luna no LP Luna canta para você  lançado em 1958 pela gravadora RGE, Castigo ganhou, ao longo dos anos,   várias releituras sendo, uma delas, a da banda Os Incríveis.

Letra:

A gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer
Briga pensando que não vai sofrer
Que não faz mal se tudo terminar

Um belo dia a gente entende que ficou sozinho
Vem a vontade de chorar baixinho
Vem o desejo triste de voltar
Você se lembra, foi isso mesmo que se deu comigo
Eu tive orgulho e tenho por castigo
A vida inteira pra me arrepender

Se eu soubesse
Naquele dia o que sei agora
Eu não seria esse ser que chora
Eu não teria perdido você

Se eu soubesse
Naquele dia o que sei agora
Eu não seria esse ser  que chora
Eu não teria perdido você

Castigo, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do  canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (xilofone)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo e guitarra havaiana)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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7. Isso é a Felicidade, de Palito Ortega

Em 1974, um novo single com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho é lançado pela gravadora RCA Victor.

No lado A, a música Isso é a felicidade, do cantor, ator, político, produtor e diretor de cinema argentino Ramón Bautista Ortega, nome artístico Palito Ortega, que viria a se transformar no  primeiro grande sucesso da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho.

A repercussão da música motivou setores ligados a celebrações religiosas a fazerem uma pequena adaptação na letra da música que passou a ser cantada em missas e encontros  religiosos.

Letra:

Andar sem temor pela vida
E sentir o valor de se ter liberdade
Poder abraçar um amigo
E sentir o calor, de uma grande amizade

Isso é a felicidade (2X)
Sem ter amor nessa vida
Não há quem seja feliz de verdade

Sentir que se está
Sempre perto de Deus
E nele encontrou a verdade,
Sorrir como a paz de um menino
A olhar para o sol que começa a brilhar

A olhar para o sol que começa a brilhar Isso é a felicidade (2X)
Sem ter amor nessa vida
Não há quem seja feliz de verdade

Saber que jamais se perdeu a ilusão
Saber perdoar com bondade
Andar sem temor pela vida
E sentir o valor de se ter liberdade

Isso é a felicidade (2X)
Sem ter amor nessa vida
Não há quem seja feliz de verdade

Isso é a felicidade, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Netto (piano e órgão)

Coordenação Artística: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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8. Marcas do que se foi, de Ruy Maurity e José Jorge

Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor, mais um EP que traz, na primeira faixa, a música  Marcas do que se foi, composição de Ruy Maurity e José Jorge que integravam um grupo  de compositores que assinava músicas para a produtora Zurana.

A música, que se transformou em sucesso imediato,  é um hit até os dias de hoje sendo a mais cantada nas festas de Reveillon de todo o país e pode ser ouvida também no álbum Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1978.

Letra:

Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer (bis)

Marcas do que se foi, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Neto (piano e órgão)

Coordenador artístico: Tony Campello

Arranjo: Os Incríveis

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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9. Sayonara Sayonara, de Maki e Nakamura – versäo Os Incríveis

Em outubro de 1968, a RCA Victor lança um single da banda Os Incríveis  tendo, no lado A,  a música Sayonara, Sayonara, de Mike Maki e Hachidai Nakamura e, no lado B, Perdi você

Interpretada por Kyu Sakamoto no III Festival Internacional da Canção realizado pela Rede Globo no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, a música Sayonara, Sayonara ficou classificada em sexto lugar na fase internacional do Festival.

Sayonara, Sayonara com a banda Os Incríveis pode ser ouvida também no EP Os Incríveis no Japão, RCA, 1968; e no LP Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1977.

Letra:

Dewa,nihon kara no, sutekina uta wo
Bokutachi kokoro wo, komete utaimasu
Sore wa kanashi, utsukushi sayonara

Sayonara, sayonara
O amor que vai
não volta nunca mais
Sayonara, sayonara
E deixa em nós a dor de sofrer sem paz

Sayonara, sayonara
Eu sofri sem
ver o amor voltar
Sayonara, sayonara
Quero amar
sem nunca mais chorar

Sayonara, sayonara
O amor que vai
não volta nunca mais
Sayonara, sayonara
E deixa em nós
a dor sofrer sem paz

Sayonara, sayonara
Eu sofri sem
ver o amor voltar
Sayonara, sayonara
Eu quero amar
sem nunca mais chorar

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de
La, la, la

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

Sayonara, sayonara

Itsumademo itsumademo ogenki de
Sayonara

Sayonara, Sayonara foi gravada pela banda Os Incríveis para o EP lançado pela RCA Victor, em novembro de 1968, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.

Ficha técnica:

Manito (xilofone, teclado e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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10. Nosso Trato, de Wilson e Christian – versão: Liberty Padua

Nosso trato é uma balada composta por Brian Wilson e Roger Christian.  Lançada em 1964 pela banda americana de rock The Beach Boys, a música tem uma parte vocal em falsete feita, na gravação original, por Brian Wilson.

No Brasil, Nosso trato foi gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis lançado pela gravadora RCA Victor, em 1967, com vocal de Mingo e Nenê e o falsete feito pelo multi-instrumentista Manito.

Letra:

É nosso trato não teria se me fogem as palavras
Tu recomeças a pensar, eu bem sei,  em nosso amor
Fomos felizes juntos, que importa agora se… se tu já és de um outro (já és de um outro)
Já és de um outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Mesmo enxugando tua lágrima eu bem sei que o pranto existe, amor
Mesmo sorrindo posso ver que estás bem triste, muito triste, amor
Nós nos queremos bem, que importa agora se tu já és (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Mesmo enxugando tua lágrima eu sei que o pranto existe, amor
Mesmo sorrindo posso ver que estás bem triste, muito triste, amor
Nós nos queremos bem, que importa agora se… se  tu já és de um outro (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Nosso trato, com a banda Os Incríveis,  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado e voz)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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11. Renascerá, de Los Brincos – versão: Mingo

O LP Os Incríveis neste mundo louco  lançado pela gravadora Continental, em 1967, com a trilha sonora do filme do mesmo nome realizado pela banda Os Incríveis em cinco países da Europa,  trazia a primeira versão da música Renascerá,um dos grandes sucessos da banda.

Gravada originalmente pela banda espanhola Los Brincos, em 1966, Renascerá ganhou uma segunda versão da banda brasileira gravada  no álbum Os Incríveis, de 1969,  e pode ser ouvida no link da canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Letra:

Meu bem está longe daqui
Não sei porque fugiu de mim
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá
Meu coração juro por ti
Que sabe tudo que sofri
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá
Meu bem está longe daqui
Não sei porque fugiu de mim
Mas algum dia voltará
E o passado passará
Tudo de novo entre nós dois, renascerá

Ficha técnica: 

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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12. Mundo Louco, de Murray e Callander – versäo George Freedman

Mundo louco é a versão da música Even the Bad Times Are Good,  dos  compositores ingleses Mitch Murray e Peter Robin Callander.

Gravada originalmente pela banda inglesa The Tremeloes, a música conquistou a  certificação ouro da RIAA (Associação Americana da Indústria da Gravação).

Letra:

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

Só se vê todo mundo correr
Foguete a subir, ou bomba a cair
Ninguém mais pode se entender
Escrevem jornais, de guerra e de paz
E tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.

Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

As nações pensam pra onde ir
Do mundo geral, com aço total,
Espiões pensam em descobrir
Segredos vitais, um louco a mais,
Mas tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.

Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

Mundo louco, com a banda Os Incríveis, foi gravada para o EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em março de 1968, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (Sax e vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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13. Santa Lucia, de Teodoro Cottrau – adapt. Ramalho Neto

O lado B do single da banda Os Incríveis lançado em julho de 1969 pela RCA Victor trazia a canção napolitana Santa Lucia, composta por Teodoro Cottrau.

Registrada oficialmente em 1850, Santa Lucia foi gravada por intérpretes de diferentes gêneros musicais estando entre eles o lendário tenor italiano  Enrico Caruso e o rei do rock Elvis Presley.

Letra:

Sul mare luccica l’astro d’argento
Placida è l’onda, prospero è il vento
Sul mare luccica l’astro d’argento
Placida è l’onda, prospero è il vento

Venite all’agile barchetta mia
Oh, santa Lucia! Santa Lucia!
Venite all’agile barchetta mia
Oh, santa Lucia! Santa Lucia!

Con questo zeffiro, così soave
Oh! Com’è bello star su la nave!
Con questo zeffiro, così soave
Oh! Com’è bello star su la nave!

Su passeggieri, venite via!
Oh, santa Lucia! Santa Lucia!
Su passeggieri, venite via!
Oh, santa Lucia! Santa Lucia!

O dolce Napoli, o suol beato
Ove sorridere volle il Creato
O dolce Napoli, o suol beato
Ove sorridere volle il Creato

Tu sei l’impero dell’armonia
Oh, santa Lucia! Santa Lucia
Tu sei l’impero dell’armonia
Oh, santa Lucia! Santa Lucia

A versão de Santa Lucia gravada pela banda Os Incríveis conta com a adaptação de Ramalho Neto e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado, sax  e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

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14. Este é Um País Que Vai Pra Frente, de Heitor Carillo

O EP Trabalho e paz gravado pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para a RCA Victor, em 1976, é um disco especial solicitado pela Presidência da República com  “DIREITOS RESERVADOS”, segundo consta nos créditos impressos na contracapa do EP.

Reunindo as músicas Marcas do que se foi e Pindorama, assinadas por compositores que integravam a equipe da  agência publicitária  Zurana, e  Este é o meu Brasil, de Heitor Carillo e Ernâni Turini,  o Ep tem como última faixa a música  Este é um país que vai pra frente, do publicitário  Heitor Carillo com letra inspirada em  slogans como “Pra frente, Brasil”; “Brasil, conte comigo”; “Ninguém segura este país”, das campanhas patrióticas presentes nas diferentes mídias  do país naquele momento.

Letra:

Este é uma país que vai pra frente
Ô ô ô ô ô
De uma gente amiga e tão contente
Ô ô ô ô ô
Este é um país que vai pra frente
De um povo unido de grande valor
É um país que canta, trabalha e se agiganta
É o Brasil do nosso amor (bis)

Este é um país que vai pra frente, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Neto (piano e órgão)

Coordenador artístico: Henrique Gastaldello

Arranjos: Os Incríveis

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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