Os Incríveis LP OS INCRÍVEIS MINGO, NENÊ E RISONHO, RCA Victor 103.0085, 1973

Após a parada da banda em 1972, os músicos de Os Incríveis seguiram caminhos diferentes.

Manito, ao lado de Pedro Baldanza e Pedrinho Batera, criou o grupo de rock progressivo O som nosso de cada dia.

Netinho se aliou a Aroldo, Piska, Cargê e Pique Riverte e montou a banda Casa das Máquinas.

Mingo, Nenê e Risonho, por sua vez, adotaram o nome Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho e gravaram, acompanhados de músicos de estúdio e também da Orquestra e Coro RCA Victor,  três LPs, oito  singles  e dois EPs para a gravadora RCA Victor.

O primeiro LP com essa formação lançado em 1973 pela gravadora traz oito músicas autorais, a versão da música Adios Tristeza, duas músicas do repertório nacional e internacional, e, abrindo o LP,  a releitura da música Estrada do sol,  um samba canção que integra a trilogia  de músicas compostas por  Dolores Duran em parceria com  Tom Jobim.

Ouça as 12 faixas:

1. Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran

Letra:

É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção

Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí
Sem pensar
No que foi que sonhei
Que chorei, que sofri,
Pois a nossa manhã
Já me fez esquecer
Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol

É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção
Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí

Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol

É, de manhã
É, de manhã
É, de manhã

Estrada do sol, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra havaiana)

Rogério (bateria)

Maestro Daniel Salinas (sintetizador)

Orquestra RCA Victor

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen

Edição de vídeoErlon Bernardino

2. Ogum, de Nenê e Hélio Matheus

O álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973, foi resultado da visita do baixista Nenê ao produtor Tony Campello para mostrar algumas de suas composições.

Com o material inédito em mãos, Tony pensou em lançar um disco e acatou a sugestão de Nenê de chamar os amigos Mingo e Risonho para, com ele, gravarem as suas músicas e também músicas de autorias dos outros dois músicos.

Ogum, de Nenê e Hélio Matheus, é uma das composições que o baixista apresentou  a Tony Campello e integra o álbum de 1973.

Letra:

Ogum, um, um, salve o Senhor
Ogum, um, um, meu protetor
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê, aê, aê, aê
Se meu santo Ogum é guerreiro que pensa e demanda
Cavaleiro da Lua, São Jorge, senhor da Umbanda,
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê, aê, aê, aê
Não tem guerreiro, justiceiro,
Agradeço a meu pai, Oxalá, que me deu sua graça,
Ogum, um, um, salve o Senhor
Ogum, um, um, meu protetor
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê
Ogum aê, ah!
Ogum aê
Ogum aê, ah!
Se meu santo Ogum é guerreiro que pensa e demanda
Cavaleiro da Lua, São Jorge, senhor da Umbanda,
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê, aê, aê, aê
Não tem guerreiro, justiceiro,
Agradeço a meu pai, Oxalá, que me deu sua graça,
Ogum, um, um, salve o Senhor
Ogum, um, um, meu protetor
Ogum aê, aê, aê, aê
Ogum aê, aê, aê, aê

Ogum, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo de metais e Regência: Maestro Daniel Salinas 

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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3. Gabriela, de Mingo e Fred Jorge

Seguindo a linha de músicas autorais que compunham o álbum Os Incríveis Migo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973, a terceira faixa do disco traz a música Gabriela, composta por Mingo para uma de suas filhas.

Feita em parceria com Fred Jorge, a música Gabriela conta com Mingo na guitarra base, teclado e vocal; Nenê, no baixo e vocal; Risonho no bandolim; e  Rogério na bateria. 

Letra:

O tempo que passou
A imagem conservou
Daquela com quem eu brincava
Sorria sem querer
Vivia sem saber
Que o amor em mim
Sempre aumentava.
Porque eu fui crescer
Não sei porque deixei
Aquele sonho de criança
Hoje nem sei
Onde andará
Quem fez meu amor
Despertar
Gabriela, Gabriela
Canto sempre onde vou
Gabriela, Gabriela
Nome que em mim ficou
Gabriela, Gabriela
Só me resta o violão
Que posso abraçar,
Cantar e fingir
Que ainda eu tenho você
Gabriela, Gabriela
Canto sempre onde vou
Gabriela, Gabriela
Nome que em mim ficou

Gabriela, de Mingo e Fred Jorge, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (bandolim)

Rogério (bateria)

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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4. Estou a perigo, de Nenê

O baixista e compositor Nenê é o autor da música Estou a perigo que registra em  uma letra bem humorada os “apertos” passados por um jovem que sonha em comprar tudo o que gosta mas,  com a grana curta,  acaba esperando pelo dia que consiga ganhar na loteria. 

Estou a perigo, a quarta faixa do álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973, conta com a participação de Mingo na guitarra base; Nenê no baixo e no vocal; Risonho, na guitarra solo; Rogério na bateria;  e  os arranjos de metais do maestro Daniel Salinas.

Letra:

Eu queria comprar um carro bacana, eu queria
Sair de motoca, ficar numa boa, eu queria
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nóis não have

Eu queria sair toda noite, eu queria
Eu queria, frequentar todas as boites, eu queria
Mas a grana encurtou e o amor se mandou, estou a perigo
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nóis não have

Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu

Money, money
Eu queria quem sabe um dia, ganhar na lotería
Daí então eu teria tudo que eu falei que eu teria
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nós não have

Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money, money, tutu
Let’s money again
Money, money tutu

Estou a perigo, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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5. Everything’s gonna be all right, de Mingo

Everything’s gonna be all right é a segunda composição do guitarrista e vocalista  Mingo  a integrar o álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela gravadora RCA Victor, em 1973.

Com arranjo do Maestro Daniel Salinas, a música foi interpretada por Mingo (vocal e guitarra base); Nenê (baixo); Risonho (guitarra solo); e Rogério (bateria). 

Everything’s gonna be alright, com Os Incríveis  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo e metais: Maestro Daniel Salinas

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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6. Uma rosa pra Dita, de Nenê

O samba Uma rosa pra Dita, composta pelo baixista Nenê, e gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para a RCA Victor, em 1973, é mais uma comprovação da versatilidade musical dos integrantes da banda  Os Incríveis.

Uma rosa pra Dita com arranjo do maestro  Daniel Salinas tem direito a breque, cuíca, padeiro, percussão e metais, além da guitarra base e vocal de Mingo; baixo e vocal de Nenê; cavaquinho de Risonho; e bateria de Rogério.

Letra:

Subi no morro
Senão eu morro
Mas tenho que subir no morro
É que senão eu morro (bis)

Deixei lá no meu barraco
A minha nega Dita
O meu cachorro vira lata
E também meu rádio Spika

Criei vergonha,
Eu agora estou trabalhando
Tô dando duro
Estou me virando
Não vejo a hora da noite chegar

Que é pra levar
Uma rosa para a Benedita
Vou logo que ela fica muito aflita
E preocupada,
Se eu me demorar,
E não chegar

Subi no morro
Senão eu morro
Mas tenho que subir no morro
É que senão eu morro

Deixei lá no meu barraco
A minha nega Dita
O meu cachorro vira lata
E também meu rádio Spika

Criei vergonha,
Eu agora estou trabalhando
Tô dando duro
Estou me virando
Não vejo a hora da noite chegar

Que é pra levar
Uma rosa para a Benedita
Vou logo que ela fica muito aflita
E preocupada,
Se eu me demorar
E não chegar

Subi no morro
Senão eu morro
Mas tenho que subir no morro
É que senão eu morro (bis)

Uma rosa pra Dita, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (cavaquinho)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo e metais: Maestro Daniel Salinas

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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7. Kriola, de Hélio Matheus

O samba-rock Kriola, do cantor e compositor carioca  Hélio Matheus, foi gravado pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum lançado pela  RCA Victor, em 1973.

A música foi também gravada por Wanderléa, em 1973, e pelo próprio compositor Hélio Matheus, em 1975, com o título Mais Kriola.

Letra:

Ê, Kriola
Ê, Kriola
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Não deixa essa mulher te levar
Você não sabe a responsabilidade que dá
Não deixa essa mulher te levar
Você não sabe a responsabilidade que dá
Sei que a fruta doce tem que ser madura
Depende de você cultivar
Desejo indiferente
Se conserve pura
Não pense que você vai deixar
Ê, Kriola
Ê, Kriola
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Larga da cintura dela
Não deixa essa mulher te levar
Você não sabe a responsabilidade que dá
Não deixa essa mulher te levar
Você não sabe a responsabilidade que dá
Sei que a fruta doce tem que ser madura
Depende de você cultivar
Desejo indiferente
Se conserve pura
Não pense que você vai deixar
Ê, Kriola
Ê, Kriola

Kriola, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo e metais: Maestro Daniel Salinas

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8. Adeus tristeza (Adios tristeza), de F. Arbex. Versão Dom

Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho gravaram, no álbum lançado pela RCA Victor, em 1973, a música Adeus Tristeza,  do produtor, compositor e ex-integrante da banda Los Brincos, José Fernando Arbex Miró.

Com versão de Dom, a música contou com a participação de Mingo na guitarra base e vocal; Nenê no baixo e vocal; Risonho na guitarra solo; e Rogério na bateria.

Letra:

Mais uma vez
Eu vou dizer
Adeus tristeza
Você talvez
Me faça crer
Me dê certeza
Que o nosso amor
Não terminou
Adeus, tristeza
Preciso ser feliz
E devo acreditar
Que você vai mudar
Adeus tristeza
Me deixe ser feliz
Acreditar talvez,
Mais uma vez
Adeus, tristeza
Preciso ser feliz
E devo acreditar
Que você vai mudar
Adeus tristeza
Me deixe ser feliz
Acreditar talvez,
Mais uma vez

Adeus Tristeza, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

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9. O Magnário, de Risonho (Instrumental)

Em 1973, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho gravou, para o álbum lançado pela RCA Victor,  a música O Magnário, de autoria do guitarrista Risonho, uma clara referência a um dos maiores sucessos da banda, a música O milionário, de Mike MaxField que teve, em Risonho, o seu maior intérprete.

O magnário com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocalização)

Nenê (baixo e vocalização)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

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10. Teu pai, tua mãe num qué, de Nenê

A música Teu pai, tua mãe num qué é mais uma composição do multi-instrumentista Nenê gravada no álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973.

Tematizando de uma forma bem humorada os problemas enfrentados por um casal que encontra dificuldades para namorar pela não aceitação dos pais da moça, a  música   Teu pai, tua mãe num qué contou com arranjo de metais e regência do maestro Daniel Salinas; com Nenê no baixo e vocal; Mingo na guitarra base e vocal; Risonho na guitarra solo; e  Rogério na bateria.

Letra:

Cumé que nóis vai
Fazê pra namorá
Teu pai, tua mãe, num qué
Nem mesmo mi oiá
Tô tão tristonho
Meu amor
É pra valê
Eu tô lutando
Mas vancê num qué sabê
Tu qué tudo de cuié
Só porque cê diz que é muié
Mas vancê tem que entendê
Qui nóis num tem mais tempo
Prá perde
Cumé que nóis vai
Fazê pra namorá
Teu pai, tua mãe, num qué
Nem mesmo mi oiá
Tu qué tudo de cuié
Só porque cê diz que é muié
Mas vancê tem que entendê
Qui nóis num tem mais tempo
Prá perde
Cumé que nóis vai
Fazê pra namorá
Teu pai, tua mãe, num qué
Nem mesmo mi oiá

Teu pai, tua mãe num qué, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

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11. Carry On, de Roger Kalk

A música Carry on, de Roger Kalk é a penúltima faixa do lado B do álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973.

Com arranjo de Renato Cauchioli, a gravação contou  com a participação de Mingo, na guitarra base e vocal; Nenê, no baixo e vocal; Risonho, na guitarra solo; e Rogério na bateria.

Carry on, de Roger Kalk, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base, teclado  e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo e metais: Renato Cauchioli

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 12. Eu sou humirde, de Nenê

Eu sou humirde é a quarta composição do baixista Nenê gravada no álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para a RCA Victor, em 1973.

Trazendo para si todas as qualidades que o “homem ideal” tem, o músico faz uma crítica bem humorada aos egos exaltados que, apesar de toda a “perfeição”, têm  apenas  um único defeito: seremhumirdes”.

Letra:

Eu sou um cara lindo, muito rico
Famoso e bacana é apelido
Eu tenho mil garotas
Motos, carros, muitas lanchas,
Enfim, eu sou o homem ideal,
Mas sô humirde
Eu sô humirde
Simplicidade aqui é mato
Você sabe,
Eu sou humirde
Tenho o que quero
A qualquer hora
Dinheiro não é problema
Para mim,
Além de rico, inteligente,
Bonito e atraente,
A muierada sabe
Que eu sou o quente,
Mas sou humirde
Eu sou humirde
Simplicidade aqui é mato
Você sabe,
Eu sou humirde
Eu sou humirde
Sou maravilhoso
É evidente
Qualidades eu as tenho até demais
Sou bondoso, carinhoso,
Um rapaz muito educado,
Realmente,
Eu sou o homem indicado
Mas sou humirde
Eu sou humirde
Simplicidade aqui é mato
Você sabe,
Eu sou humirde

Com arranjo de metais do maestro Daniel Salinas, a música Eu sou humirde, de Nenê, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Orquestra RCA Victor

Arranjo e metais: Maestro Daniel Salinas

Coordenação Geral: Osmar Zan

Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello

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