Em 1968, a RCA Victor, comemorando o sucesso da turnê realizada pela banda Os Incríveis no Japão, lança o LP Os Incríveis Internacionais.
Nesse álbum, a banda passa a ter o acompanhamento da orquestra RCA Victor que tinha em seu comando maestros arranjadores que se notabilizaram pelos arranjos criativos com cordas e metais.
Ouça as 12 faixas:
1. Knock On Wood, de Floyd e Cropper.
Knock on Wood, composta por Eddie Floyd e Steve Cooper abre o LP Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968.
Gravada por grandes nomes da música internacional, a canção recebe, no novo álbum da banda, um arranjo que reproduz o som da batida na madeira (knock on Wood) , que, de forma supersticiosa, ajudaria na permanência de um amor que se assemelhava a um “trovão, relâmpago”.
Letra:
I don’t want to lose this good thing that I’ve got
‘Cause if I do, I would surely, surely loose a lot
‘Cause your love is better than any love I know
It’s like thunder, lightning
The way you love me is frightening
I’d better knock on wood, baby
I’m not superstitious about you, but I can’t take no chance
You got me spinning, baby, baby, I’m in a trance
‘Cause your love is better than any love I know
It’s like thunder, lightning
The way you love me is frightening
I’d better knock on wood, baby
It’s no secret, that woman is my loving cup
Well, she sees to it that I get enough
Just one touch from her, you know it means so much
It’s like thunder, lightning
The way you love me is frightening
I’d better knock on wood, baby
I better knock, knock, knock
Think I better knock, knock, knock on wood
Think I better knock, knock, knock on wood
Think I better knock, knock, knock on wood
Think I better knock, knock, knock
Knock on Wood, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. Te Amo (I Love You), de Chris White. Versão: Antônio Marcos.
Te amo (I Love You) foi escrita por Chris White, integrante da banda britânica Zombies, em 1965.
Em julho de 1968 a música foi gravada pela banda americana People! alcançando os primeiros lugares das paradas de sucesso de diferentes países de todo o mundo.
No Brasil, Te amo, com versão de Antonio Marcos, foi gravada pela banda Os Incríveis para o LP Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968.
Letra:
Te amo, te amo, te amo
Sem você já não sei viver
E não sei que vou fazer
Sempre direi: te amo e bem sei
o mundo eu darei
mas você não quer
meu coração
não pode morrer
procure entender
o que vou dizer
Meus olhos tristes
Sem você
Choram
Ah!, ah!,ah!
O tempo passa
E eu só, só sei dizer
Te amo, te amo, te amo,
Sim eu sei,
Te amo, te amo, te amo,
Sim eu sei,
Mas você não quer
E não sei que vou fazer
Sempre direi: te amo e bem sei
o mundo darei
se você quiser
Venha pra mim sou triste assim
o meu coração
pode até morrer
Eu vivo só pra dizer: te amo
Sem teu amor eu sofro
Quero dizer
Te amo, te amo, te amo
Sim eu sei, te amo, te amo, te amo
Sim eu sei, mas você não quer
E não sei que vou fazer
Te amo
Te amo (I Love You), com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo e guitarra havaiana)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. Kokorono‑Niji, de Hashimoto e Inque. Versão: Os Incríveis.
Em 1968, os músicos de Os Incríveis embarcaram para o Japão para uma série de apresentações agendadas nas cidades de Tóquio, Hokkaido, Hasahikawa, Otaru e Sapporo.
No Japão conheceram a música Kokorono- niji gravada pela banda japonesa The Blue Comets.
Regressando ao Brasil, Os Incríveis gravaram Kokorono- niji, em português e japonês, para um single lançado pela RCA Victor, em 1968. A música integra também o LP Os incríveis Internacionais, lançado pela RCA Victor, no mesmo ano.
Letra:
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que eu nunca esqueci
Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
Duas pérolas a rolar
Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
No momento de voltar
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Itsuka anata to musubareta hi ni
Dakishime dakishimete amaete ii no ne
Watashi no kokoro wa
Namida de yureru kedo
Kanashii chouchou wa oozora he kaeru
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Kanashii chouchou wa oozora he kaeru
Sucesso absoluto entre a colônia japonesa radicada no país, Kokorono- niji permanece até os dias atuais como um dos grandes sucessos de Os Incríveis, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (teclado)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarras solo e havaiana)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. This Is On My Side, de Norman Meadle.
Composta por Jerry Ragovoy, sob o pseudônimo de Norman Meadle, Time Is On My Side, título original da música, foi gravada pela primeira vez em 1963 pelo trombonista de jazz Kai Winding e sua orquestra.
Em 1964, a música ganhou uma versão soul gravada pela cantora Irma Thomas que incluía interjeições de palavras faladas no refrão, um monólogo no meio da música, guitarra solo, e letras adicionais de Jimmy Norman.
No mesmo ano, a banda inglesa Rolling Stones gravou duas versões de Time Is On my Side que trazem as inovações feitas por Irma Thomas. O single com a segunda versão da música tornou-se o primeiro hit dos Rolling Stones no top ten, dos Estados Unidos.
No Brasil, Time Is On My Side, com o título This Is On My Side, foi gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Os incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968, mantendo a interpretação e arranjo propostos por Irma Thomas.
Letra:
Time, this is on my side (Yes it is)
Time, this is on my side (Yes it is)
Now you always say that you want to be free
But you’ll come running back, you’ll come running back
You’ll come running back to me
Yeah, time is on my side (Yes it is)
Time is on my side (Yes it is)
You’re searching for good times, but just wait and see
You’ll come running back…
Go ahead, baby, go ahead. Go ahead and light up the town
And baby, do anything your heart desires
Remember, I’ll always be around
And I know like I told you so many times before
You’re gonna come back
Yeah, you’re gonna come back, baby
Knockin’, yeah, knockin’ right on my door, yeah!
Time, this is on my side (Yes it is)
Time, this is on my side (Yes it is)
Cause I’ve got real the love, the kind that you need
You’ll come running back…
Yeah, time, time, time, this is on my side (Yes it is)
I said, time, time, time is on my side (Yes it is)
I said, time, time, time is on my side
This Is On My Side , com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (piano e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Mundo Louco, de Murray e Callanger. Versão: George Freedman.
Mundo louco é a versão da música Even the Bad Times Are Good, dos compositores ingleses Mitch Murray e Peter Robin Callander.
Gravada originalmente pela banda inglesa The Tremeloes, a música conquistou a certificação ouro da RIAA (Associação Americana da Indústria da Gravação).
Mundo louco, com Os Incríveis, lançada no EP Os Incríveis Mundo louco, de março de 1968, integra o repertório do álbum Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968, com versão de George Freedman.
Letra:
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Só se vê todo mundo correr
Foguete a subir, ou bomba cair
Ninguém mais pode se entender
Escrevem jornais, de guerra e de paz
E tudo mesmo assim, não é tão ruim!
Como é bom se viver, em nosso mundo tão louco
Os homens parecem gostar de criar confusão.
Como é bom se viver, em nosso mundo tão louco
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá (tá fora!)
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
As nações pensam pra onde ir
Tumulto geral, com aço total
Espiões pensam em descobrir
Segredos vitais, um louco a mais.
Mas tudo mesmo assim, não é tão ruim!
Como é bom se viver, em nosso mundo tão louco
Os homens parecem gostar de criar confusão.
Como é bom se viver, em nosso mundo tão louco
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá (Nenê, muito cabeludo, Nenê. É hoje!)
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá (Agora!)
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Mundo louco, com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (teclado e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. Castigo, de Dolores Duran.
A música Castigo composta por Dolores Duran é a última faixa do lado A do álbum Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968.
Pertencente ao gênero samba canção, Castigo tem por tema o arrependimento pela perda de um amor expondo uma das características muito comum nos sambas canções dos anos 50: a “fossa e a dor de cotovelo”.
Gravada pela primeira vez por Roberto Luna no LP Luna canta para você lançado em 1958 pela gravadora RGE, Castigo ganhou, ao longo dos anos, várias releituras sendo, uma delas, a da banda Os Incríveis.
Letra:
A gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer
Briga pensando que não vai sofrer
Que não faz mal se tudo terminar
Um belo dia a gente entende que ficou sozinho
Vem a vontade de chorar baixinho
Vem o desejo triste de voltar
Você se lembra, foi isso mesmo que se deu comigo
Eu tive orgulho e tenho por castigo
A vida inteira pra me arrepender
Se eu soubesse
Naquele dia o que sei agora
Eu não seria esse ser que chora
Eu não teria perdido você
Se eu soubesse
Naquele dia o que sei agora
Eu não seria esse ser que chora
Eu não teria perdido você
Castigo, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (xilofone)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarras solo e havaiana)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. Pirulito, de João de Barro e Alberto Ribeiro.
João de Barro, o Braguinha, teve mais de 400 músicas gravadas. Em parceria com o poeta, cantor e médico Alberto Ribeiro, João de Barro compôs músicas que permanecem na memória coletiva do público brasileiro como Yes!, nós temos bananas; Touradas em Madri; Copacabana, princesinha do mar; Chiquita Bacana; e Pirulito.
Composta para o carnaval de 1939, Pirulito tem como estrofes centrais os versos de uma antiga cantiga registrada no livro Álbum Chulo-Gaiato ou Colleção de Receitas para fazer rir, de autor anônimo, publicado em 1862, pela tipografia belga Bruylant-Cristophe.
Com gravação original de Nilton Paz, Pirulito ganhou diferentes versões ao longo dos anos.
Em 1968, a banda Os Incríveis gravou uma releitura jocosa da música para o álbum Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor.
Letra:
Ioiô dá o braço pra Iaiá
Iaiá dá o braço pra Ioiô
O tempo de criança já passou,hei
Pirulito que bate, bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu
Agora melhor, a gente dançar
Juntinhos assim que tem mais prazer
Quem não dança o pirulito
Que alegria pode ter (bis)
Pirulito, de João de Barro, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (piano e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Menina, de Prini.
O LP Os Incríveis Internacionais lançado pela gravadora RCA Victor, em 1968, traz uma nova versão para a música Menina dos sonhos meus, de Gali Júnior, ex-vocalista da banda Rebels, gravada pela banda em maio de 1964 para a gravadora Continental.
Com o título Menina, e assinada por Prini, novo nome artístico de Gali Júnior, a nova versão da música é a segunda faixa do Lado B do álbum Os Incríveis Internacionais.
Letra:
Menina, o sol ao longe vai sumindo
e as estrelas vão surgindo, no infinito azul do céu,
ai ai ai menina…
Menina, a lua vem com sua beleza,
iluminar a natureza, que a noite cobriu com seu véu.
Ah menina, mas tudo isso é tão tristonho,
pois você eu só vejo em sonho,
não tenho você junto a mim.
ah, menina, há quanto tempo eu espero,
que o sonho que eu tanto venero,
se torne realidade enfim.
Menina, de Prini, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Manito (sax e órgão)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. E Se Nos Disserem, de L.Tenco. Versão: George Freedman.
A música Se qualcuno Ti Dirá (E se nos disserem), do cantor e compositor italiano Luigi Tenco, integra o álbum Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968.
Com tradução para o português de George Freedman, a letra da música ganhou, na gravação de Os Incríveis, um cunho sócio-político que a diferencia da mensagem romântica do original italiano.
Letra:
Se um dia disserem, que pra mudar esta terra,
precisamos mandar, todos homens pra guerra,
nós que vimos mortos por todos os cantos,
pra levarmos a culpa do mundo em prantos,
nós responderemos, nós responderemos…
Não, não, não, não, não, não, não, não
Se um dia disserem, que todos devemos,
pensar como eles ou então morreremos.
Nem conseguimos ainda contar,
que o fanatismo (?) ajudou a matar,
nós responderemos, nós responderemos…
Não (8x)
Se um dia disserem, que será um traidor,
quem defende os homens, com a pele de cor.
Nós que já vimos os brancos fazer,
irmãos e amigos de fome morrer,
nós responderemos, nós responderemos…
Não (8x)
Se um dia disserem, que por meio da guerra,
devemos deixar, só a elite na terra,
nós que sabemos e vimos morrer, ricos e fortes com grande poder,
nós responderemos, nós responderemos…
Não (8x)
A música E se nos disserem, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (teclado e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. I Got You (I Feel So Good), de James Brown.
I Got You (I Feel good), de James Brown é um blues desenvolvido a partir de uma canção anterior de Brown que tinha por título I Found You.
Com forte presença dos metais , I Got You inclui um solo de sax feito, na gravação original, por Maceo Parker.
Integrando a trilha sonora de vários filmes e de programas de televisão, a canção está na lista das 500 maiores canções de todos os tempos publicada em 2004 pela revista Rolling Stone.
No Brasil, I Got You, gravada pela banda Os Incríveis para o album Os Incríveis Internacionais divulgado pela RCA Victor, em 1968, lança o baterista Netinho como um dos vocalistas da banda.
Letra:
Whoa! I feel good, I knew that I would, now
I feel good, I knew that I would, now
So good, so good, I got you
Whoa! I feel nice, like sugar and spice
I feel nice, like sugar and spice
So nice, so nice, I got you
When I hold you in my arms
I know that I can’t do no wrong
And when I hold you in my arms
My love won’t do you no harm
And I feel nice, like sugar and spice
I feel nice, like sugar and spice
So nice, so nice, I got you
When I hold you in my arms
I know that I can’t do no wrong
And when I hold you in my arms
My love can’t do me no harm
And I feel nice, like sugar and spice
I feel nice, like sugar and spice
So nice, so nice, ’cause I got you
Whoa! And I feel good, I knew that I would, now
I feel good, I knew that I would
So good, so good, ’cause I got you
So good, so good, ’cause I got you
So good, so good, ’cause I got you
Hey
Oh-whoo
I Got You, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base e backing vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. Israel, de Zambrini, Cini e Migliacci. Versão: Nazareno de Brito.
A música Israel foi composta em 1967 pelo musicista e produtor discográfico Bruno Zambrini em parceria com o compositor, produtor, arranjador e maestro Ruggero Cini, e o letrista, produtor e ator Franco Migliacci.
Gravada originalmente por Gianni Morandi, a música no Brasil foi gravada pela banda Os Incríveis e integra o álbum Os Incríveis Internacionais lançado pela RCA Victor, em 1968, com versão do compositor Nazareno de Brito.
Letra:
Cruzando os mares
Vencendo os montes
Perdi as flores
E minhas plantas
Pelas sementes
Cerrei os punhos, porque
Até areia me bastaria
Eu viveria e cresceria
E lá as plantas nascerão
E um dia florirão
Depois te amará
Mesmo quem não te quis jamais
Israel, Israel, Israel, Israel
Preciso fogo para aquecer-me
Que já não tenho as minhas carnes
Em vez de pão, pra minha fome
Me deram aço, para o meu corpo
Mas não não choro, não não lamento
O ódio não constrói
O meu sofrer não dói
Depois as plantas nascerão
As flores florirão
E agora te amará
Mesmo quem não te quis jamais
Israel, Israel, Israel, Israel
Israel, Israel, Israel, Israel
Israel com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (teclado e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. I Love You Tokyo, de Gossaku e Nakuyuki.
A turnê feita pelos músicos de Os Incríveis ao Japão em 1968 resultou na gravação de várias músicas japonesas que alcançaram sucesso entre a colônia nipônica no Brasil, e também entre o público que sempre acompanhou a trajetória da banda.
Após o sucesso nacional de Kokorono-niji, Os Incríveis gravaram, em japonês, para o LP Os Incríveis Internacionais lançado em 1968, pela RCA Victor, a música I Love You Tokio, de Gossaku e Nakuyuki.
Letra:
nana-iro no niji ga kyette shimahtta no
shyabon-dama no yoona atashi no namida
anata dake ga
iky-gai nano wasurarenai
love you love you namida no Tokyo
itsudemo atashi mezo-mezo shinai wa
shyabon-dama no yoona akarui namida
ashitta kara wa
anata nashi de ikytte yuku no neh
Love you love you namida no Tokyo
shiawase no hoshi wo kiyhtto mitsukeru no
shyabon-dama no yoona yume miru namida
obaka-san neh
anata dake wo shyndjitta atashi
Love you love you namida no Tokyo
namida no Tokyo
I Love You Tokio, com Os Incríveis pode ser ouvida link Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino