Focus O essencial de Os Incríveis CD duplo – BMG, 1999

Em 1999, a BMG Marketing Estratégico  lança o projeto Focus O essencial de…  que tinha Adriana Ramos na Coordenação Geral e Carlos Savalla, na Seleção de Repertório.

Referendando as definições dadas pelo Dicionário Aurélio para as palavras que davam título à proposta da gravadora, “FOCUS – ‘ponto de convergência de tudo; o centro; e ESSENCIAL – ‘que se refere a essência; necessário; o indispensável; o ponto mais importante’”, o projeto lançou  55 álbuns que reuniam  os sucessos dos artistas contratados pela gravadora RCA/BMG estando, dentre eles,  a banda Os Incríveis.  

O álbum duplo Focus O essencial de Os Incríveis contou com apresentação do jornalista e pesquisador musical Ayrton Mugnaini Jr e reuniu 20 dos maiores sucessos da banda.

Ouça as 20 faixas:

CD 1

1. O Milionário, de Mike Maxfield (Instrumental)

De autoria do compositor e guitarrista inglês Mike Maxfield, a música O milionário foi gravada em 1965 e 1967 em duas versões instrumentais pela banda Os Incríveis. 

Apresentada por Risonho aos músicos da banda, a música se transformou em um dos grandes sucessos de Os Incríveis e abre o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, integrando também a coletânea O melhor de The Jet Blacks e Os Incríveis lançado em 1982, pelo selo Continental-MusiColor; o single lançado pela RCA Victor, em 1982; o EP Os Incríveis – 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; e os CDs Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; e  O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

A segunda versão de O milionário gravada pela banda Os Incríveis, em 1967, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube

Ficha técnica:

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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Edição de vídeoErlon Bernardino

2. Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones (C’era un ragazzo che come me amava I Beatles I Rolling Stones), de Migliacci e Lusini. Versão: Os Incríveis

Em 1967, a banda Os Incríveis passa a integrar o cast da gravadora RCA Victor gravando, em seu primeiro single na nova casa, as músicas Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones , no lado A, e Czardas, no lado B. O disco logo ocupou os primeiros lugares das paradas de sucesso transformando a banda no carro chefe de vendas da gravadora.

A partir da gigantesca repercussão da gravação da música Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e os Rolling Stones, a RCA Victor lançou, apenas três meses depois da divulgação  do single, o primeiro LP da banda Os Incríveis na nova gravadora.

No  título do LP,  uma dedicatória carinhosa  de Os Incríveis para a música e para o público que os consagrou definitivamente: Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis.

Devido ao sucesso alcançado, a música  Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, com a banda Os Incríveis,  passou a ser faixa obrigatória de  todos os álbuns  de sucessos da banda lançados pela gravadora , assim como de todas as coletâneas de sucessos de bandas de música jovem lançadas no país, a saber:   coletânea 14 sucessos da Juventude lançado pela RCA Victor, em agosto de 1967;  o EP Os Incríveis, lançado pela RCA Victor, em outubro de 1967; o LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; o single Os Incríveis, RCA Victor, 1982;  o EP Os Incríveis 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; o CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993;  o CD 30 anos de Jovem Guarda – Os reis do iê-iê-iê, Polygram, 1995, vol.4;  o CD Jovem Guarda- O novo de novo, Paradoxx Music, 1996, vol.1;   a coletânea Fervendo aos trinta, Polygram, 1996; o CD Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e o CD O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Letra:

Era um garoto que como eu
Amava Os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo sempre a cantar
As coisas lindas da América

Não era belo, mas mesmo assim
Havia mil garotas sim
Cantava Help, and Ticket to Ride
Oh, Lady Jane, or Yesterday

Cantava viva a liberdade
Mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra, o separou
Fora chamado na América

Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
Mandado foi ao Vietnã
Brigar com vietcongs

Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá

Era um garoto que como eu
Amava Os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou
Fazendo a guerra do Vietnã

Cabelos longos não usa mais
Não toca a sua guitarra e sim
Um instrumento que sempre dá
A mesma nota, ra-tá-tá-tá

Não vê  amigos, nem mais  garotas
Só gente morta caindo ao chão
Ao seu país não voltará
Pois está morto no Vietnã

Stop, com Rolling Stones
Stop, com Beatles songs
No peito, um coração não há
Mas duas medalhas sim

Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá

Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá-tá, tá-tá-rá-tá-tá
Tátá-rá-tá-tá
Tatá-rá-tá

Ratá-tá-tá-tá, rá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá-tá, rá-tá-tá-tá-tá
Ratá-tá-tá

 Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rolling Stones, de Migliacci e Lusini, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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Edição de vídeoErlon Bernardino

3. Molambo, de Augusto Mesquita e Jayme Florence

A música Molambo, de autoria de Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira dos regionais, foi lançada em 1953 em um 78 RPM gravado pela cantora amazonense Maria Júlia da Silva, a   Julinha Silva, e regravada por cantores como Nelson Gonçalves, Elizeth Cardoso, Cauby Peixoto, Maysa, Djavan, Jamelão, Maria Bethânia e muitos outros intérpretes de grande importância no cenário da música brasileira. 

Em 1967 foi a vez de Os Incríveis gravarem uma releitura da música.

Abrindo o lado B do álbum  Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os IncríveisMolambo é cantada pelo baixista Nenê que emprestou o timbre suave de sua voz à letra da canção.

Presença constante nas paradas de sucesso de todo o país,  a releitura de Molambo  feita pela banda Os Incríveis, passou a integrar coletâneas de sucessos da banda  estando presente nos CDs Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Letra:

Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira
Que não pode ser
E que depois de tudo
O que ela me fez
Eu jamais deveria aceitá-la outra vez
Bem sei que assim procedendo
Me exponho ao desprezo de todos vocês
Lamento, mas fiquem sabendo
Que ela voltou e comigo ficou
Ficou pra matar a saudade
A tremenda saudade
Que não me deixou
Que não me deu sossego um momento sequer
Desde o dia em que ela me abandonou
Ficou pra impedir que a loucura
Fizesse de mim um molambo qualquer
Ficou desta vez para sempre
Se Deus quiser

Molambo, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube

Ficha técnica:

Manito (xilofone)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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4. Czardas, de Vittorio Monti (Instrumental)

A música Czardas composta por Vittorio Monti, em 1904, foi inspirada no folclore húngaro e escrita, originalmente para violino, bandolim ou piano.

Na releitura gravada pela banda Os Incríveis para o LP homônimo lançado em 1967, Czardas é interpretada de forma magistral por Manito no órgão Farfisa, tornando-se  um dos hits da banda, e merecendo entrar no repertório dos álbuns Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Czardas, com a banda Os Incríveis pode ser ouvido no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (órgão)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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Edição de vídeoErlon Bernardino

5. O vagabundo (Giramondo), de Leva Bardotti e Reverberi

O single  Os Incríveis lançado em julho  de 1969 pela RCA Victor trazia, no lado A,  a música O vagabundo, composta por Leva Bardotti e Reverberi, com versão de George Freedman. A música  se transformaria em mais um megassucesso da banda Os Incríveis sendo presença obrigatória nos setlists dos shows da banda até os dias atuais, e também nas diferentes coletâneas de sucessos da banda.

A música O vagabundo, com a banda Os Incríveis,  pode ser ouvida no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976; no medley gravado para o single Os Incríveis lançado pela RCA, em 1982; no CD Os Incríveis, RCA/BMG, 1993; no CD Jovem Guarda – O novo de novo, Paradoxx Music, 1996, vol. 1;  no CD Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; no CD O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; e no CD O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Letra:

Um giramundo como eu
Que vive a vida a procurar
Alguém que siga o meu caminho
E veja tudo como eu…

Se caminhando eu encontrar
Alguém que pensa como eu
Será o fim dessa estrada
E finalmente irei parar…

Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…

Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…

Contando os dias, esperarei
E de passo em passo
Eu procurarei
E acharei…acharei…acharei…

Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero desta vida
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…
Ter um amor somente meu…

O vagabundo, com Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (sax)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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6. Minha oração (My prayer), de Georges Boulanger e Jimmy Kennedy (Instrumental)

A gigantesca repercussão atingida com a gravação da música Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones fez com que a RCA Victor lançasse, apenas três meses depois do lançamento do single, o primeiro LP da banda Os Incríveis na nova gravadora.

O título do LP era uma dedicatória carinhosa  de Os Incríveis para a música e para o público que os consagrou definitivamente: “Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis”.

A música Minha Oração, de Georges Boulanger e Jimmy Kennedy, abre o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis,  de 1967, lançado pela RCA Victor, integra o  álbum  Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, e os CDs Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em  1993; Os Incríveis (Série Aplauso) lançado pela BMG, em 1996;  e O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Minha oração, com a banda Os Incríveis  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (Sax e teclados)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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7. Israel, de Bruno Zambrini,  Ruggero Cini e Franco Migliacci.

A música Israel  foi composta em 1967 pelo musicista e produtor discográfico  Bruno Zambrini em parceria com o compositor, produtor, arranjador e maestro Ruggero Cini, e o  letrista, produtor e ator  Franco Migliacci.

Lançada  originalmente por Gianni Morandi, a música no Brasil foi gravada pela banda Os Incríveis para o single Os Incríveis e para o álbum Os Incríveis Internacionais lançados pela RCA Victor, em 1968, com  versão do compositor Nazareno de Brito.

A música integrou também a coletânea 14 sucessos da Jovem Guarda, v.2, lançado pela RCA Victor, em 1968.

Em 1976, Israel integrou também o repertório selecionado para compor o álbum  Os Incríveis e seus maiores sucessos; e os CDs Os Incríveis (Série Aplauso), lançado pela RCA/BMG, em 1996; e O essencial de Os Incríveis lançado pela BMG, em 1999.

Letra:

Israel, Israel, Israel, Israel

Cruzando os mares
Vencendo os montes
Perdi as flores
E minhas plantas
Pelas sementes
Cerrei os punhos, porque
Até areia me bastaria
Eu viveria e cresceria
E lá as plantas nascerão
E um dia florirão
Depois te amará
Mesmo quem não te quis jamais

Israel, Israel, Israel, Israel

Preciso fogo para aquecer-me
Que já não queime as minhas carnes
Em vez de pão, pra minha fome
Me deram aço, para o meu corpo
Mas eu não choro, não não lamento
O ódio não constrói
O meu sofrer não dói
Depois as plantas nascerão
As flores florirão
E agora te amará
Mesmo quem não te quis jamais

Israel, Israel, Israel, Israel
Israel, Israel, Israel, Israel

Israel com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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Edição de vídeoErlon Bernardino

8. O Vendedor de bananas, de Jorge BenJor

Em outubro  de 1969, a gravadora RCA Victor lança o álbum Os Incríveis que tem como faixa de abertura a música O vendedor de bananas, composta por Jorge BenJor especialmente para a banda Os Incríveis.

Um dos grandes sucessos da banda, O vendedor de bananas é uma das músicas mais cantadas até hoje nos shows que Os Incríveis realizam em diferentes cidades brasileiras e pode ser ouvida no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; no single Os Incríveis, RCA/BMG, 1982; e nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG,1996; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; e O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999.

Letra:

Olha a banana,
Olha o bananeiro.
Eu trago bananas pra vender
Bananas de todas qualidades
Quem vai querer
Olha a banana na Nanica,
Olha a banana ma Maçã,
Olha a banana Ouro,
Olha a banana Prata,
Olha a banana da Terra,
Figo, São Tomé,
Olha a banana d’Água.

Eu sou um menino
Que precisa de dinheiro
Mas pra ganhar de sol a sol
Eu tenho que ser bananeiro
Pois eu gosto muito
De andar sempre na moda
E pro meu amor puro e belo
Eu gosto de contar
As minhas prosas
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
O mundo é bom comigo até demais
Pois vendendo bananas
Eu também tenho o meu cartaz
Pois ninguém diz pra mim
Que eu sou um pária no mundo
Ninguém diz pra mim
Vai trabalhar vagabundo

Olha a banana
Olha o bananeiro
Mãe, mãe, mãe
Eu vendo banana mãe
Mãe, mãe
Mãe, mas eu sou honrado mãe

Olha a banana
Olha o bananeiro

O vendedor de bananas, de Jorge BenJor pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.

Ficha técnica:

Manito (sax)

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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9. Arco íris azul (Kokorono-niji), de Hashimoto e Inque

A turnê feita pelos músicos de Os Incríveis ao Japão em 1968 resultou na gravação de várias músicas japonesas que alcançaram sucesso entre a colônia nipônica no Brasil,  e também entre o público  que sempre acompanhou a trajetória da banda. 

Kokorono-niji, de Hashimoto e Inque, com versão de Os Incríveis, uma das músicas trazidas da turnê pelo Japão, foi lançada em um single pela RCA Victor, em 1968, alcançando sucesso imediato e liderando as paradas de sucesso de todo o país.

A música pode ser ouvida  no LP Os Incríveis internacionais, RCA Victor, 1968;   na coletânea  As + Quentes,  RCA Victor, 1968;  no EP Os Incríveis no Japão, RCA Victor, 1968;  nos LPs Os Incríveis Disco de Ouro, RCA Victor, 1977, e  Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA Victor, 1981; no EP Os Incríveis 4 sucessos de ouro, RCA Victor, 1982; no  CD Os Incríveis, série Aplauso, RCA/BMG, 1996;  e no CD duplo O essencial de Os Incríveis, lançado pela BMG, em 1999.

Letra:

Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que eu nunca esqueci

Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
Duas pérolas a rolar

Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
No momento de voltar

Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci

Itsuka anata to musubareta hi ni
Dakishime dakishimete amaeto ii no ne
Watashi no kokoro wa
Namida de yureru kedo
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru
Saudade é nostalgia
Do Japão, que nunca esqueci
Kanashii chouchou wa oozora e kaeru

Kokorono-niji com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube

Ficha técnica:

Manito (teclado e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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10. Sayonara, Sayonara, de Mike Maki e Hachidai Nakamura

Em outubro  de 1968, a RCA Victor lança um single da banda Os Incríveis  tendo, no lado A,  a música Sayonara, Sayonara, de Mike Maki e Hachidai Nakamura e, no lado B, Perdi você

Interpretada por Kyu Sakamoto no III Festival Internacional da Canção realizado pela Rede Globo no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, a música Sayonara, Sayonara ficou classificada em sexto lugar na fase internacional do Festival.

Sayonara, Sayonara com a banda Os Incríveis pode ser ouvida também no EP Os Incríveis no Japão, RCA, 1968; nos LPs Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1977;  Os Incríveis e seus maiores sucessos, vol. 2, 1981; e no CD O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999.

Letra:

Dewa,nihon kara no, sutekina uta wo
Bokutachi kokoro wo, komete utaimasu
Sore wa kanashi, utsukushi sayonara

Sayonara, sayonara
O amor que vai
não volta nunca mais
Sayonara, sayonara
E deixa em nós a dor de sofrer sem paz

Sayonara, sayonara
Eu sofri sem
ver o amor voltar
Sayonara, sayonara
Quero amar
sem nunca mais chorar

Sayonara, sayonara
O amor que vai
não volta nunca mais
Sayonara, sayonara
E deixa em nós
a dor de sofrer sem paz

Sayonara, sayonara
Eu sofri sem
ver o amor voltar
Sayonara, sayonara
Eu quero amar
sem nunca mais chorar

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

La, la, la

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

Sayonara, sayonara
Itsumademo itsumademo ogenki de

Sayonara

Sayonara, Sayonara foi gravada pela banda Os Incríveis para o EP lançado pela RCA Victor, em novembro de 1968, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.

Ficha técnica:

Manito (xilofone, teclado e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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CD2

1. Adeus, amigo vagabundo, de Frankie Adriano e Tony 

Adeus, amigo vagabundo foi composta pela dupla Frankie Adriano e Tony  como um tributo a Brian Jones, o músico fundador da banda Rolling Stones.

A morte de Jimmy Hendrix poucos meses antes do lançamento do álbum de Os Incríveis motivou a banda a transformar o tributo a Brian Jones em tributo a Jimmy Hendrix.

Cantada pelo baterista Netinho e com solo de guitarra de Risonho, a  composição de Frankie Adriano e Tony passou então a ser uma justa homenagem a dois grandes nomes da música internacional e pode ser ouvida nos álbuns Os Incríveis, lançado em novembro de 1970 pela RCA Victor; Os Incríveis e seus maiores sucessos, vol.2, RCA Victor, 1981; e no CD O essencial de Os Incríveis lançado pela gravadora  BMG, em 1999.

Letra:

Você se foi, oh meu querido amigo vagabundo
O seu pensar, foi toda a minha escola dentro deste mundo
Sempre deu tudo o que tinha, tudo o que sentia
Protegido por alguém, fazia o que queria
Um jovem muito ousado que provou ao mundo
Que o homem  é o que que é só vive um segundo, adeus
Adeus, Vagabundo, adeus,
Eu choro porque sou um dos seus
Adeus…

A música Adeus, amigo vagabundo  com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado, xilofone  e backing vocal)

Mingo (guitarra base e backing vocal)

Nenê (baixo e vocal e backing vocal)

Netinho (bateria e voz)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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2. Que coisa linda, de Dom

No LP Os Incríveis divulgado pela RCA Victor em outubro de 1969, a banda lança um dos compositores brasileiros mais gravados por Os Incríveis: o compositor Dom, da dupla Dom e Ravel.

A música Que Coisa linda gravada com o acompanhamento da orquestra RCA Victor torna-se, na interpretação de Os Incríveis,  o primeiro grande sucesso de Dom e pode ser ouvida também no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no single Os Incríveis em espanhol, RCA Victor, 1970;  no LP Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA Victor, 1977; e nos CDs O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997; e O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Letra:

É, eu voltei pra ver você
Faz bem à minha mente, olhar
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto minh’alma bailar
Vontade de viver
Voltei pra ver você

E dessa vez eu não vim só
Ele pediu pra acompanhar
Quando essa coisa linda passa
Um vento fino toca o mar
Parece até cantar
Quem vê lhe dá lugar

É linda, é linda, muito linda
Eu disse que voltava ainda
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto a terra balançar

Hoje eu me atiro ao mar
Vou com você nadar

E dessa vez sou nadador
Não sei mas hei de me arranjar
Quando essa coisa linda passa
Muda até a cor do mar
Quem chega quer ficar
Quem sai tem que voltar

Ê, ê, ê, o mundo para quando vejo você
Coração bate afobado, tum, tum
Oich, quibum, bum
Oich, quibum, bum

É, eu voltei pra ver você (5 x)

Que Coisa linda, com a banda Os Incríveis,  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.

Ficha técnica:

Manito (sax e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e backing vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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3. Vou pra beira do mar esperar o Sol, de Dom e Ravel

Vou pra beira do mar espera o sol, de autoria de Dom e Ravel, foi gravada pela banda Os Incríveis para o LP Os Incríveis  lançado pela gravadora RCA Victor, em novembro de 1970.

A música integra também duas coletâneas de sucessos da banda lançadas pela RCA Victor:  Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2 (1981), e O essencial de Os Incríveis lançado pela BMG, em 1999.

Letra:

Se um dia a gente perde alguém
E vê a solidão nascer
Aprende então
Que é difícil esquecer.
Amor é como o sol
Amanhece pra gente e depois deixa só.
Independe desta força que há em mim
É por isso que eu só ando triste assim
Ela me deixou na solidão
Meu pobre coração
Vivo numa noite sem fim.

Vou pra beira do mar esperar o sol…
O sol…
O sol…

Vou pra beira do mar espera o sol com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal e  vocal)

Netinho (bateria )

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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4. Terror dos namorados, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos

O rock Terror dos namorados, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos é mais uma das composições da dupla gravada pela banda Os Incríveis. Anteriormente, após a parada dada em 1972, os músicos Mingo, Nenê e Risonho deram continuidade às gravações de álbuns lançados pela RCA Victor e gravaram, de Erasmo e Roberto,  as músicas A Montanha (1977),  (1979) e Amigo(1979). 

Com arranjo de Os Incríveis, Terror dos namorados tem o vocal do baixista Nenê;  a guitarra base de Mingo;  Risonho na guitarra solo;  Manito, no sax;  e Netinho na bateria.

Sucesso na releitura de Os Incríveis, a música integrou o  álbum Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1981; o single Os Incríveis, RCA Victor, em 1982; e os CDs Os Incríveis (Série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e O essencial de Os Incríveis, BMG, 1999.

Letra:

Eu vivo num dilema
Não sei como parar
Eu tenho um problema
Minha vida é beijar

Eu beijo qualquer uma
Garota que vier
Eu vendo, troco beijo
Facilito a quem quiser

Eu beijo as loirinhas
Eu beijo as moreninhas
Eu beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo…

não saio à rua
Não vou mais passear
Pois a qualquer hora
Dá vontade de beijar

Porém modéstia à parte
Meu beijo é diferente
Tem alguma coisa
Que tonteia a toda gente

Eu beijo com jeitinho
Eu beijo com carinho
Eu beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo…

E é por isso que me chamam
Terror dos namorados
O homem que possui
Aquele beijo tão falado
Eu quero tomar jeito
E deixar de beijar
Mas eu não consigo mais parar

Porque eu já me acostumei
A ser um beijador
Meus beijos são pequenos
Mas cheinhos de amor

Se paro um dia ou dois
Dói meu coração
As gatinhas todas dizem
Que detestam solidão

E querem me abraçar
E querem me beijar
Então eu beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo…

E é por isso que me chamam
Terror dos namorados
O homem que possui
Aquele beijo tão falado
Eu quero tomar jeito
E deixar de beijar
Mas eu não consigo mais parar

Porque eu já me acostumei
A ser um beijador
Meus beijos são pequenos
Mas cheinhos de amor

Se paro um dia ou dois
Dói meu coração
As gatinhas todas dizem
Que detestam solidão

E querem me abraçar
Querem me beijar
Então eu beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo…

Terror dos namorados, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Manito (sax e teclados)

Mingo (guitarra base, vocal)

Nenê (baixo,vocal)

Netinho (bateria, moog drums, vocal)

Risonho (guitarra solo, violão)

Arranjos: Os Incríveis

Produção artística: Os Incríveis

Técnicos de gravação: Reinaldo Cesar de Souza, Ricardo S. Carvalheira

Mixagem: Reinaldo Cesar de Souza, Stelio Carlini

Supervisão de áudio: Gunther J. Kibelskstis Corte e José Oswaldo Martins

Lay-out: Sidney Biondani

Fotos: Eric C. Forat

Arte: Beto (Freixa) Barros, Sérgio (Piquá) Bastos

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen

Edição de vídeoErlon Bernardino

5. Quando amanhece (Todas las mañanas), de C. Nilson, M. Loubet. Versão: Nenê.

A música Quando amanhece (Todas las mañanas), dos compositores espanhóis C. Nilson e M. Loubet, com versão do multi-instrumentista  Nenê,  foi gravada pela banda Os Incríveis no EP Os Incríveis lançado pela gravadora em 1975.

Com arranjo de Os Incríveis, a gravação contou com a  participação da Orquestra RCA Victor.

Em 1999, Quando amanhece integrou o repertório do CD duplo O essencial de Os Incríveis lançado pela gravadora  BMG.

Letra:

Quando amanhece
Fico olhando você
Sinto a alegria
De amar e viver
Seguro sua mão,
Fico pensando,
O quanto que agora
Estou te amando
Você vai acordar
E vamos nos amar,
Uma vez mais,

Todas
As minhas noites
Quero estar com você
Sinto
Que agora
Já deixei
De sofrer
Olhando pras estrelas da janela
Seus olhos brilham tanto quanto elas
É lindo te amar e ter você assim pra mim

Eu, agora quero só sonhar
Com o lindo dia que virá
E amanhecer com você

Texto
Sabe, todas as manhãs
Descubro alguma coisa nova em você
Alguma coisa que me faz te amar cada dia mais

Letra:
Olhando pras estrelas da janela
Seus olhos brilham tanto quanto elas
É lindo te amar e ter você assim pra mim

É lindo te acordar
Poder te abraçar
E com você amanhecer

Quando amanhece com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base)

Nenê (baixo e vocal)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Arranjo: Os Incríveis

Coordenação Artística: Tony Campello

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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6. Nosso trato (Sei giá d’um altro), de Brian Wilson e Roger Christian

Nosso trato é uma balada composta por Brian Wilson e Roger Christian.

Lançada em 1964 pela banda americana de rock The Beach Boys, a música tem uma parte vocal em falsete feita, na gravação original, por Brian Wilson.

No Brasil, Nosso trato foi gravada pela banda Os Incríveis para o álbum Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e… Os Incríveis lançado pela gravadora RCA Victor, em 1967, com vocal de Mingo e Nenê, e falsete feito por Manito.

A música integra também o  EP Os Incríveis, lançado pela RCA Victor, em 1967; o álbum Os Incríveis Disco de ouro, lançado pela gravadora RCA/BMG, em 1977; e o CD O essencial de Os Incríveis lançado pela BMG, em 1999.

Letra:

É nosso trato não teria se me fogem as palavras
Tu recomeças a pensar, eu bem sei,  em nosso amor
Fomos felizes juntos, que importa agora se… se tu já és de um outro (já és de um outro)
Já és de um outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Mesmo enxugando tua lágrima eu bem sei que o pranto existe, amor
Mesmo sorrindo posso ver que estás bem triste, muito triste, amor
Nós nos queremos bem, que importa agora se tu já és (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Mesmo enxugando tua lágrima eu sei que o pranto existe, amor
Mesmo sorrindo posso ver que estás bem triste, muito triste, amor
Nós nos queremos bem, que importa agora se… se  tu já és de um outro (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro); foi o que a vida nos deu (já és de um outro)
Já és de outro (já és de um outro)

Nosso trato, com a banda Os Incríveis,  pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito (teclado e voz)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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7. Mundo louco (Even The Bad Times Are Good), de Mitch Murray e Peter Robin Callander

Mundo louco é a versão da música Even the Bad Times Are Good,  dos  compositores ingleses Mitch Murray e Peter Robin Callander.

Gravada originalmente pela banda inglesa The Tremeloes, a música conquistou a  certificação ouro da RIAA (Associação Americana da Indústria da Gravação).

Mundo louco, com Os Incríveis,  integra o repertório do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em março de 1968;  do álbum Os Incríveis Internacionais, lançado em novembro de 1968;  do  EP lançado pela  RCA Victor de Portugal, em 1970; do LP Os Incríveis Disco de Ouro, RCA Victor, 1977; e dos  CDs O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG1997; e O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999.

Letra:

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

Só se vê todo mundo correr
Foguete a subir, ou bomba a cair
Ninguém mais pode se entender
Escrevem jornais, de guerra e de paz
E tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.

Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

As nações pensam pra onde ir
Do mundo geral, com aço total,
Espiões pensam em descobrir
Segredos vitais, um louco a mais,
Mas tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.

Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.

Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá

Mundo louco, com Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.

Ficha técnica:

Manito  (Sax e vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo e vocal)

Netinho (bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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8.  Marcas do que se foi, de Rui Maurity e José Jorge (grupo Zurana)

Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor, mais um EP que traz, na primeira faixa, a música  Marcas do que se foi, composição  de Rui Maurity e  José Jorge, integrantes de um grupo de compositores que assinava músicas para a produtora Zurana.

A música, que se transformou em sucesso imediato,  é um hit até os dias de hoje sendo a mais cantada nas festas de Reveillon de todo o país e pode ser ouvida também no álbum Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1978; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981;  nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG, 1997; O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1977; O essencial de Os Incríveis, RCA/BMG, 1999.

Letra:

Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer (bis)

Marcas do que se foi, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Netto (piano e órgão)

Coordenador artístico: Tony Campello

Arranjo: Os Incríveis

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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9. Pindorama*, de Zurana

Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor,  mais um EP com  uma composição  coletiva assinada para a produtora Zurana: Pindorama,  uma das muitas músicas de  exaltação à pátria, gravadas pela banda na fase pós separação.

A música Pindorama integra também o CD O essencial de Os Incríveis lançado pela gravadora RCA/BMG, em 1999.

Letra:

Foi Pindorama
A mãe dessa terra gigante
Chamada Brasil
Unida na mesma língua
No canto, na dança,
Destino comum
Índio, mulato e branco
De todas as cores
São todos por um
A esperança de um novo amanhã
Já presente
No sorriso dessa gente
Foi Pindorama
A mãe dessa terra gigante
Chamada Brasil
Unida na mesma língua
No canto, na dança,
Destino comum
Índio, mulato e branco
De todas as cores
São todos por um
A esperança de um novo amanhã
Já presente
No sorriso dessa gente
Este é um país que vai pra frente

Pindorama, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo)

Risonho (guitarra solo)

Rogério (bateria)

Fernando Netto (piano e órgão)

Coordenador artístico: Tony Campello

Arranjo: Os Incríveis

* Faixa integrante do Disco Especial da Presidência da República. DIREITOS RESERVADOS. PROIBIDA A REPRODUÇÃO, A EXECUÇÃO PÚBLICA,  E A RÁDIO TRANSMISSÃO DESAUTORIZADAS

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

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10. Eu te amo meu Brasil, de Dom

A música Eu te amo meu Brasil, de autoria de Eustáquio Gomes de Farias, o Dom, foi lançada pela gravadora RCA Victor no  single Os Incríveis, em outubro de 1970.

A música integra o repertório do álbum  Os Incríveis lançado pela RCA Victor, no final do mesmo ano; e também o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976;  e os CDs Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1993; e O essencial de Os Incríveis , RCA/BMG, 1999 .

Gravada no ano em que a seleção brasileira de futebol conquistou a Copa do Mundo, no México, tornando-se tricampeã mundial, a música, que traz em sua letra o enaltecimento da natureza e da mulher brasileiras, surgiu em um momento de grande predisposição para o reconhecimento dos valores nacionais tornando-se sucesso absoluto nas paradas musicais de todo o país.

O sucesso obtido fez com que a música fosse indicada pelo então governador de São Paulo, Abreu Sodré, para ser uma espécie de  “hino” nacional, despertando o interesse do poder político de Brasília pela gravação.

A reação contrária a essa ideia por parte da imprensa e da classe artística foi imediata ocasionando um grande desconforto para os músicos da banda que acabaram se tornando o centro de discussões politizadas que defendiam um posicionamento dos artistas sobre o assunto.

O desgaste provocado pelo envolvimento involuntário dos músicos e do compositor Dom nas ações de marketing da ditadura militar foi o início do processo de separação da banda ocorrido dois anos mais tarde.

Letra:

Escola…
Marche…

As praias do Brasil ensolaradas (Lá lá lá lá…)
O chão onde o país se elevou (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Mulher que nasce aqui
Tem muito mais amor

O Céu do meu Brasil tem mais estrelas (Lá lá lá lá…)
O Sol do meu país, mais esplendor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)

Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil

As tardes do Brasil são mais douradas (Lá lá lá lá…)
Mulatas brotam cheias de calor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Eu vou ficar aqui
Porque existe amor

No carnaval, os gringos querem vê-las (Lá lá lá lá…)
Num colossal desfile multicor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
Em terras brasileiras vou plantar amor (Todo mundo agora)

Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo, meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil

Adoro meu Brasil de madrugada (Lá lá lá lá…)
Nas horas que eu estou com meu amor (Lá lá lá lá…)
A mão de Deus abençoou
A minha amada vai comigo aonde eu for

As noites do Brasil tem mais beleza (Lá lá lá lá…)
A hora chora de tristeza e dor (Lá lá lá lá…)
Porque a natureza sopra
E ela vai-se embora
Enquanto eu planto amor

Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Outra vez)

Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil
Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Ninguém segura a juventude do Brasil (Pra terminar agora)

Eu te amo meu Brasil, eu te amo
Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil

Eu te amo meu Brasil, de Dom, encerra o álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, em 1976, e pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube

Ficha técnica:

Manito  (teclado, bumbo, minimoog e backing vocal)

Mingo (guitarra base e vocal)

Nenê (baixo, bumbo e backing vocal)

Netinho (repique, bumbo  e bateria)

Risonho (guitarra solo)

Pesquisa e texto: Selma Teixeira

Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen

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