Em 1997, mais um CD reunindo sucessos da banda Os Incríveis é lançado pela RCA/BMG: O melhor de Os Incríveis.
A seleção das quatorze músicas incluídas no álbum é assinada pelo cantor e produtor musical Tony Campello e integra a coleção O melhor de: que divulgou sucessos da carreira de quarenta e cinco artistas contratados pela gravadora.
Ouça as 14 faixas:
1. O vendedor de bananas, de Jorge BenJor
Em outubro de 1969, a gravadora RCA Victor lança o álbum Os Incríveis que tem como faixa de abertura a música O vendedor de bananas, composta por Jorge BenJor especialmente para a banda Os Incríveis.
Um dos grandes sucessos da banda, O vendedor de bananas é uma das músicas mais cantadas até hoje nos shows que Os Incríveis realizam em diferentes cidades brasileiras e pode ser ouvida no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos, RCA Candem, 1976; no single Os Incríveis, RCA/BMG, 1982; e nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG,1996; e O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997.
Letra:
Olha a banana,
Olha o bananeiro
Eu trago bananas pra vender
Bananas de todas qualidades
Quem vai querer
Olha a banana na Nanica,
Olha a banana ma Maçã,
Olha a banana Ouro,
Olha a banana Prata,
Olha a banana da Terra,
Figo, São Tomé,
Olha a banana d’Água.
Eu sou um menino
Que precisa de dinheiro
Mas pra ganhar de sol a sol
Eu tenho que ser bananeiro
Pois eu gosto muito
De andar sempre na moda
E pro meu amor puro e belo
Eu gosto de contar
As minhas prosas
Olha a banana,
Olha o bananeiro.
O mundo é bom comigo até demais
Pois vendendo bananas
Eu também tenho o meu cartaz
Pois ninguém diz pra mim
Que eu sou um pária no mundo
Ninguém diz pra mim
Vai trabalhar vagabundo
Olha a banana
Olha o bananeiro
Mãe, mãe, mãe
Eu vendo banana mãe
Mãe, mãe
Mãe, mas eu sou honrado mãe
Olha a banana
Olha o bananeiro
O vendedor de bananas, de Jorge BenJor pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax)
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino
2. Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran
Após a parada da banda, em 1972, os músicos de Os Incríveis seguiram caminhos diferentes.
Manito ao lado de Pedro Baldanza e Pedrinho Batera criou o grupo de rock progressivo O som nosso de cada dia.
Netinho se aliou a Aroldo, Piska, Cargê e Pique Riverte e montou a banda Casa das Máquinas.
Mingo, Nenê e Risonho, por sua vez, adotaram o nome Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho e gravaram, acompanhados de músicos de estúdio e também da Orquestra e Coro RCA Victor, três LPs, oito singles e dois EPs para a gravadora RCA Victor.
O primeiro desses álbuns, um single lançado em 1973 pela gravadora, traz, no lado A, a releitura da música Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran. A música pode ser ouvida também no LP Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho, lançado pela RCA Victor, em 1973; no single Os Incríveis, RCA Victor, 1973; no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1975; no LP Os Incríveis e seus maiores sucessos vol.2, RCA Victor, 1981; e no CD O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997.
Letra:
É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção
Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí
Sem pensar
No que foi que sonhei
Que chorei, que sofri,
Pois a nossa manhã
Já me fez esquecer
Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol
É de manhã
Vem o Sol
Mas os pingos da chuva
Que ontem caiu
“Inda” estão a brilhar
“Inda” estão a dançar
Ao vento alegre
Que me traz esta canção
Quero que você
Me dê a mão
Vamos sair por aí
Me dê a mão
Vamos sair pra ver o Sol
É, de manhã
É, de manhã
É, de manhã
Estrada do sol, com Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra havaiana)
Rogério (bateria)
Maestro Daniel Salinas (sintetizador)
Orquestra RCA Victor
Coordenação Geral: Osmar Zan
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
3. A montanha, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos
A música A montanha, de Roberto e Erasmo Carlos, é entendida como uma expressão lírica de fé e de gratidão dos seus compositores.
Utilizando a metáfora da subida da montanha, a letra da música descreve uma jornada espiritual em busca de um entendimento mais profundo da vida, sendo, ao mesmo tempo, um hino de agradecimento pelas bênçãos recebidas.
O álbum Os Incríveis Disco de Ouro lançado pela gravadora RCA Victor, em 1977, traz a versão da banda paulistana para A montanha; assim como o CD O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997.
Letra:
Eu vou seguir uma luz lá no alto
Eu vou ouvir uma voz que me chama
Eu vou subir a montanha e ficar bem mais
Perto de Deus e rezar
Eu vou gritar para o mundo me ouvir
E acompanhar toda minha escalada
E ajudar
E mostrar como é o meu grito de amor e de fé
Eu vou pedir
Que as estrelas não parem de brilhar
E as crianças não deixem de sorrir
E que os homens jamais
Se esqueçam de agradecer
Por isso eu digo,
Obrigado, Senhor!, por mais um dia
Obrigado, Senhor! que eu posso ver
Que seria de mim sem a fé
Que eu tenho em você
Por mais que eu sofra,
Obrigado, Senhor!
Mesmo que eu chore,
Obrigado, Senhor!, por eu saber
Que tudo isso me mostra o
Caminho que leva a você
Mais uma vez
Obrigado, Senhor!, por mais um dia
Obrigado, Senhor!, que o sol nasceu
Obrigado, Senhor, agradeço, obrigado, Senhor!
Por isso eu digo
Obrigado, Senhor!, pelas estrelas
Obrigado, Senhor!, pelo sorriso
Obrigado, Senhor, agradeço, obrigado, Senhor!
Mais uma vez
Obrigado, Senhor!, pela esperança
Obrigado, Senhor!, pelo perdão
Obrigado, Senhor, agradeço, obrigado, Senhor!
Por isso eu digo
Obrigado, Senhor!, pelo sorriso
Obrigado, Senhor!, pelo perdão
Obrigado, Senhor, agradeço, obrigado, Senhor!
A montanha, de Roberto e Erasmo Carlos, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coordenação Artística: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
4. Declaro paz, de Nenê
O multi-instrumentista e compositor Nenê teve muitas de suas músicas gravadas pela banda Os Incríveis. Uma delas, a música Declaro Paz, integra o repertório gravado para o álbum Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em 1981; e também para o CD O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997.
Letra:
O que eu aprendi na vida
Foi nunca mais me aborrecer
Porque mais dia, menos dia
Tudo vai se resolver
Pensei em reformar o mundo
Achei que estava com a razão
Mas se ficar pensando em tudo
Não resolvo nada não
Se eu não estiver em paz comigo
Fica claro não consigo
Nem me entender
Hoje eu curto a minha vida
Porque sei que a vida é curta
E um dia eu também vou
Por isso mesmo eu quero
Paz, paz, paz
Declaro paz
Declaro paz, paz, paz
Enquanto eu viver
Declaro Paz, de Nenê, com a banda Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e teclados)
Mingo (guitarra base, vocal)
Nenê (baixo,vocal)
Netinho (bateria, moog drums, vocal)
Risonho (guitarra solo, violão)
Arranjos: Os Incríveis
Produção artística: Os Incríveis
Técnicos de gravação: Reinaldo Cesar de Souza, Ricardo S. Carvalheira
Mixagem: Reinaldo Cesar de Souza, Stelio Carlini
Supervisão de áudio: Gunther J. Kibelskstis Corte e José Oswaldo Martins
Lay-out: Sidney Biondani
Fotos: Eric C. Forat
Arte: Beto (Freixa) Barros, Sérgio (Piquá) Bastos
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
5. Que coisa linda, de Dom
No LP Os Incríveis lançado pela RCA Victor em outubro de 1969, a banda lança um dos compositores brasileiros mais gravados por Os Incríveis: o compositor Dom, da dupla Dom e Ravel.
A música Que Coisa linda gravada com o acompanhamento da orquestra RCA Victor se torna, na interpretação de Os Incríveis, o primeiro grande sucesso de Dom e pode ser ouvida também no EP Os Incríveis, RCA Victor, 1970; no single Os Incríveis em espanhol, RCA Victor, 1970; no LP Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA Victor, 1977; e no CD O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997.
Letra:
É, eu voltei pra ver você
Faz bem à minha mente, olhar
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto minh’alma bailar
Vontade de viver
Voltei pra ver você
E dessa vez eu não vim só
Ele pediu pra acompanhar
Quando essa coisa linda passa
Um vento fino toca o mar
Parece até cantar
Quem vê lhe dá lugar
É linda, é linda, muito linda
Eu disse que voltava ainda
Quando essa coisa linda passa
Eu sinto a terra balançar
Hoje eu me atiro ao mar
Vou com você nadar
E dessa vez sou nadador
Não sei mas vou me arranjar
Quando essa coisa linda passa
Muda até a cor do mar
Quem chega quer ficar
Quem sai tem que voltar
Ê, ê, ê, o mundo pára quando vejo você
Coração bate afobado, tum, tum
Oich, quibum, bum
Oich, quibum, bum
Que Coisa linda, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (sax e backing vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e backing vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
6. Paulada no coqueiro, de Geraldo Rosa e Odair Cabeça de Poeta
A música Paulada no coqueiro, de Geraldo Rosa e Odair Cabeça de Poeta, é um forrock gravado pela banda Os Incríveis em 1969, para a gravadora RCA Victor, e relançada no CD O melhor de Os Incríveis, em 1997, pela RCA/BMG.
A música foi regravada pelo Grupo Capote, de Odair Cabeça de Poeta, em 1971.
Letra:
Dando paulada no coqueiro pro coco cair
Dando xaveco na boneca pra boneca rir (3x)
Dando sacada no horizonte para te ouvir chegar
Dando soprada nas orelhas pra nego entender
Dando recado por aí:
“Até mais ver” (3x)
Não corte o cabelo do coco
mas beba da água, menina.
Não diga nada pros outros
e vê se desbaratina (2x)
Paulada no coqueiro, com a banda Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, no Youtube.
Ficha técnica:
Manito (percussão)
Mingo (guitarra base, vocal)
Nenê (baixo,vocal)
Netinho (bateria e percussão)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
7. Vendi os bois, de Dom
A música Vendi os bois é mais uma composição de Dom gravada pela banda Os Incríveis, em 1969.
Cantada a duas vozes no estilo das modas de viola, a música tem por tema o casamento “do filho moço” feito na roça, segundo os costumes das famílias envolvidas.
A música foi regravada, em 1976, no álbum Os Incríveis e seus maiores sucessos lançado pela RCA Candem, e, em 1996, por Sérgio Reis, no LP Boiadeiro. Vendi os bois pode ser ouvida também nos CDs Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1993; e O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997.
Vendi os bois com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Letra:
Vendi os bois.
O filho moço vai casar.
É feriado hoje, a roça vai parar.
Vem cá depois,
Preciso mandar ver peru.
Ô Rosa, vê se os dois preferem um tatu.
Hei!
Sela meu burro, Zé!
Vai convidar Tião.
Traz da cidade um pano pra mulher.
Hei, Rosa olhe o pirão,
Põe caldo de feijão,
Faz da maneira que o pai dela quer.
Vendi os bois.
O filho agora vai casar.
Vai ser a melhor festa que eu dei no lugar.
Vem cá depois.
Preciso mandar ver melão.
Ô, Rosa, vê se o doce é melhor de mamão.
Hei!
Sela meu burro, Zé!
Vai convidar Tião.
Traz da cidade um pano pra mulher.
Hei, Rosa olhe o pirão,
Põe caldo de feijão,
Faz da maneira que o pai dela quer.
Vendi os bois, vendi os bois…
Vendi os bois com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (percussão)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
8. Estou a perigo, de Nenê
O baixista e compositor Nenê é o autor da música Estou a perigo que registra em uma letra bem humorada os “apertos” passados por um jovem que sonha em comprar tudo o que gosta mas, com a grana curta, acaba esperando pelo dia que consiga ganhar na loteria.
Estou a perigo, a quarta faixa do álbum Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho lançado pela RCA Victor, em 1973, conta com a participação de Mingo na guitarra base; Nenê no baixo e no vocal; Risonho, na guitarra solo; Rogério na bateria; e os arranjos de metais do maestro Daniel Salinas.
A música foi incluída também no CD O melhor de Os Incríveis lançado pela gravadora RCA/BMG, em 1997.
Letra:
Eu queria comprar um carro bacana, eu queria
Sair de motoca, ficar numa boa, eu queria
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nóis num have
Eu queria sair toda noite, eu queria
Eu queria, frequentar todas as boites, eu queria
Mas a grana encurtou, meu amor se mandou, estou a perigo
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nóis num have
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money, money
Eu queria quem sabe um dia, ganhar na lotería
Daí então eu ia ter tudo que falei, eu iria
Laika, nóis laika,
Mas money que é bom nós num have
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money money, tutu
Money, money
Let’s money again
Money, money tutu
Estou a perigo, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Coordenação Geral: Osmar Zan
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
9. Marcas do que se foi, de Rui Maurity e José Jorge (grupo Zurana)
Em 1976, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho grava, para a RCA Victor, mais um EP que traz, na primeira faixa, a música Marcas do que se foi, composição de Rui Maurity e José Jorge que integravam o grupo de compositores que assinava músicas para a produtora Zurana.
A música, que se transformou em sucesso imediato, é um hit até os dias de hoje sendo a mais cantada nas festas de Reveillon de todo o país, e pode ser ouvida nos álbuns Os Incríveis (série Disco de Ouro), RCA, 1978; Os Incríveis e seus maiores sucessos vol. 2, RCA, 1981; nos CDs Os Incríveis (série Aplauso), RCA/BMG, 1996; e O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG, 1997.
Letra:
Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão
O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar
Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer (bis)
Marcas do que se foi, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base, violão e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo, violão e bandolim)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Coordenador artístico: Tony Campello
Arranjo: Os Incríveis
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
10. Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
Comprovando, mais uma vez, a sua versatilidade musical, os integrantes da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho gravaram, em 1975, para o álbum Isso é a felicidade, da gravadora RCA Victor, a releitura de um dos clássicos da música brasileira: Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.
Com arranjo de Os Incríveis, a música contou com Mingo na guitarra base e vocal; Nenê no baixo, percussão e vocal; Risonho na guitarra solo; Rogério na bateria e percussão; e Fernando Netto nos teclados.
Em 1997, a música Qui nem jiló integrou o repertório do CD O melhor de Os Incríveis, lançado pela RCA/BMG, em 1997.
Letra:
Se a gente lembra só por lembrar
Do amor que a gente um dia perdeu
Saudade assim até que é bom
Pra gente se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com o amor que a gente um dia perdeu
Saudade, assim até que é ruim
Eu digo isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera eu voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Porém se a gente vive a sonhar
Com o amor que a gente um dia perdeu
Saudade, assim até que é ruim
Eu digo isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga qui nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar
Qui nem jiló, com Os Incríveis pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo, percussão e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de Lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
11. Caminhemos, de Herivelto Martins
Após as gravações de Molambo, de Augusto Mesquita e Jayme Florence; Castigo, de Dolores Duran; Aquarela do Brasil, de Ary Barroso; Qui nem jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; e Estrada do sol, de Dolores Duran e Tom Jobim, os músicos da banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho gravaram mais uma releitura de clássicos da MPB: a música Caminhemos, de Herivelto Martins.
Lançada em junho de 1947 por Francisco Alves, Caminhemos foi composta por Herivelto Martins no momento em que ele vivia um “clima adverso na minha casa, quando meu casamento com a Dalva (de Oliveira) começou a se deteriorar”, segundo depoimento do compositor.
A música ganhou diferentes interpretações ao longo do tempo e, em 1975, foi a vez da banda Os Incríveis lançar, no EP divulgado pela RCA Victor, a sua versão para um dos sambas-canção mais conhecidos da história da MPB. A música integrou também o repertório dos CDs Os Incríveis (Série Aplauso) lançado pela RCA/BMG, em 1996; e O melhor de Os Incríveis, BMG, 1997.
Letra:
Não, eu não posso lembrar que te amei
Não, eu preciso esquecer que sofri
Faça de conta que o tempo passou
E que tudo entre nós terminou
E que a vida não continuou pra nós dois
Caminhemos, talvez nos vejamos depois
Vida comprida, estrada alongada
Parto à procura de alguém
Ou à procura de nada…
Vou indo, caminhando
Sem saber onde chegar
Quem sabe na volta
Te encontre no mesmo lugar
Caminhemos, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (teclados)
Mário Lúcio (vocal)
Arranjo: Mário Lúcio
Coordenação Artística: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
12. Forró do Brás (La fiesta del Blas), de J.L. Armenteros e P. Herrero. Versão Alf Soares
Forró do Brás, música gravada pela banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho para o álbum Isso é a felicidade, de 1975, foi relançada no lado B de um single divulgado pela gravadora RCA Victor, no mesmo ano.
A música traz, na letra, a interpretação dos compositores espanhóis J.L. Armenteros e P. Herrero sobre o que aconteceu com o “Arnesto” que não pode esperar pelos seus convidados para um samba no Brás.
Com versão de Alf Soares, Forró do Brás teve a participação de Mingo, na guitarra base e vocal; Nenê, no baixo e vocal; Risonho, na guitarra solo; e os músicos de estúdio Rogério, na bateria; e Fernando Netto, nos teclados.
A música faz parte também do repertório do CD O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997.
Letra:
Era noite de festa
Muita alegria, gente demais
Lá na casa do Doca,
Filho do Arnesto,
Turma do Brás,
Dessa vez encontramos,
Tudo em seu lugar
Seu Arnesto
Tocava a sua sanfona
E a gente a dançar
Seu Arnesto
Tocava a sua sanfona
E a gente a dançar
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
Outro dia encontrei
Com o filho do Arnesto
Para agradecer
Ele então me contou
O que o seu pai
Mandou me dizer
Alguns anos atrás
A mancada foi só
Não ter posto
Um recado
Dizendo
Que ele foi pro forró,
Não ter posto
Um recado
Dizendo
Que ele foi pro forró,
É o forró lá do Brás
É o forró lá do Brás
Todo mundo dançando,
Se divertindo
Estava demais
Forró do Brás, com a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Risonho (guitarra solo)
Rogério (bateria)
Fernando Netto (piano e órgão)
Arranjo bases: Os Incríveis
Arranjo metais e cordas: Maestro Daniel Salinas
Supervisão Geral: Osmar Zan
Coordenação: Antonio de lima
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Tony Campello
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
13. Mundo louco (Even the Bad Times Are good), de Mitch Murray e Peter Robin Callander
Mundo louco é a versão da música Even the Bad Times Are Good, composta por Mitch Murray e Peter Robin Callander.
Gravada originalmente pela banda inglesa The Tremeloes, a música conquistou a certificação ouro da RIAA (Associação Americana da Indústria da Gravação).
Mundo louco, com Os Incríveis, integra o repertório do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor, em março de 1968; do álbum Os Incríveis Internacionais, lançado em novembro de 1968; do EP Os Incríveis lançado pela RCA Victor de Portugal, em 1970; do LP Os Incríveis Disco de Ouro, RCA Victor, 1977; e do CD O melhor de Os Incríveis, RCA/BMG 1997.
Letra:
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Só se vê todo mundo correr
Foguete a subir, ou bomba a cair
Ninguém mais pode se entender
Escrevem jornais, de guerra e de paz
E tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
As nações pensam pra onde ir
Do mundo geral, com aço total,
Espiões pensam em descobrir
Segredos vitais, um louco a mais,
Mas tudo mesmo assim,
Não é tão ruim.
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de criar confusão,
Como é bom se viver,
Em nosso mundo tão louco,
Os homens parecem gostar de perder a razão.
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá, lá
Lá, lá, lá, lara,lá, lá, lá
Mundo louco, com Os Incríveis, pode ser ouvida no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube.
Ficha técnica:
Manito (Sax e vocal)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
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Edição de vídeo: Erlon Bernardino
14. Medley: O vagabundo (Giramondo), de Leva Bardotti e Scommegna/ O Vendedor de bananas, de Jorge BenJor/ O milionário, de Mike Maxfield/
O CD O melhor de Os Incríveis lançado pela RCA/BMG, em 1997, traz, como décima quarta faixa, um medley com as músicas O vagabundo, de Leva, Bardotti e Scommegna, versão: George Freedman; O vendedor de bananas, de Jorge BenJor; e O milionário (The Millionaire),de Mike Maxfield.
Lançadas respectivamente no single Os Incríveis de julho de 1969 (RCA Victor); no álbum Os Incríveis, de outubro de 1969 (RCA Victor); e nos álbuns Os Incríveis, de 1965 (Continental) e Para os jovens que amam Os Beatles, os Rolling Stones e…. Os Incríveis, de 1967 (RCA Victor), as músicas se tornaram megassucessos da banda sendo presença obrigatório nos setlists dos shows realizados até os dias atuais.
O medley pode ser ouvido no link do canal Banda Os Incríveis Oficial, do Youtube
Ficha técnica:
Manito (sax e teclado)
Mingo (guitarra base e vocal)
Nenê (baixo e vocal)
Netinho (bateria)
Risonho (guitarra solo)
Pesquisa e texto: Selma Teixeira
Banner comemorativo aos 60 anos de Os Incríveis: Marco Jacobsen
Edição de vídeo: Erlon Bernardino