Desde o início de sua trajetória artística, em 1962, a banda Os Incríveis teve treze formações.
A primeira delas, de 1962 a 1964 foi composta pelos músicos Manito, Mingo, Neno, Netinho e Risonho.
A segunda foi a responsável pelos maiores sucessos da banda e contou com Manito, Mingo, Nenê, Netinho e Risonho.
Em 1971, o guitarrista Risonho foi substituído por Aroldo que passou a compor a terceira formação de Os Incríveis que durou até 1972 quando a banda deu uma parada em sua carreira.
Com contrato assinado com a RCA Victor para a gravação de alguns álbuns, os músicos Mingo, Nenê e Risonho acompanhados de dois outros músicos de estúdio, integraram a quarta formação de Os Incríveis.
Após gravarem três LPs, alguns singles e Eps, Mingo e Nenê se retiraram e Risonho, ao lado dos músicos de estúdio Mário Lúcio, Fernandinho, Ricardo e Gelson, ficou para cumprir contratos de shows. Nascia a quinta formação da banda.
Encerradas as questões contratuais, o guitarrista Risonho se afasta e o grupo entra em um período de recesso.
Em 1989, Netinho, Nenê e Sandro Haick se unem a Manito, então residente em Bauru, e anunciam, em um show no Templo Bar, a volta de Os Incríveis em sua sexta formação.
Logo em seguida Nenê é substituído por Tinho que, ao lado de Netinho, Manito e Sandro Haick, passa a integrar a sétima formação da banda.
A oitava formação apresenta Leandro Weingaertner no lugar de Tinho.
Em 2010, surge a nona formação de Os Incríveis composta por Manito, Nenê, Paco, Risonho e Franklin.
Um ano depois, Risonho se retira do grupo que passa a ter uma nova formação, a décima, composta por Manito, Nenê, Paco e Franklin.
Em 2014, o baterista Netinho volta a integrar a banda Os Incríveis formando, ao lado de Bruno Cardoso, Leandro Weingaertner, Rubinho Ribeiro, Sandro Haick e Wilson Teixeira, a décima primeira formação.
Em 2020, Wilson Teixeira deixa Os Incríveis e a banda passa a ter a sua décima segunda formação com os músicos Bruno Cardoso, Leandro Weingaertner, Netinho, Rubinho Ribeiro e Sandro Haick.
Em 2021, é a vez do tecladista Bruno Cardoso sair e a banda passa a ter a sua formação atual com os músicos Leandro Weingaertner, Netinho, Rubinho Ribeiro e Sandro Haick.
1ª formação: Manito, Mingo, Neno, Netinho e Risonho
A banda Os Incríveis iniciou sua trajetória em 1962 com o nome The Clevers. Lançada por Antonio Aguillar, a banda The Clevers era composta, em sua formação original, pelos músicos Manito (sax), Mingo (guitarra base e vocal), Neno (baixo), Netinho (bateria), e Risonho (guitarra solo). Conhecidos nacionalmente desde o lançamento do primeiro 78RPM gravado para a gravadora Continental com as músicas Afrika, de Charles Segal, Anton de Waal e Sam Lorraine, e El Relicario, de Padilha, a banda gravou seis 78RPM e cinco LPs com o nome The Clevers sendo que já no segundo LP a expressão Os Incríveis aparece como adjetivo para o nome da banda: The Clevers, Os Incríveis.
Imagem: Fotos Estúdio Rita, SP
Imagem: acervo Continental/Warner Music Brasil
2ª formação: Manito, Mingo, Nenê, Netinho e Risonho
Em 1966, o multi-instrumentista Nenê passou a integrar a banda Os Incríveis substituindo o baixista Neno que voltou para a banda The Jordans. Essa segunda formação, composta pelos músicos Manito (sax), Mingo (guitarra base e vocal), Nenê (baixo), Netinho (bateria), e Risonho (guitarra solo), foi a de maior sucesso da banda Os Incríveis tendo sido responsável pelos maiores sucessos do grupo.
3ª formação: Aroldo, Manito, Mingo, Nenê e Netinho
Imagem: Foto de Haraton Maravalhas
Foto: Imagem Oswaldo Micheloni
4ª formação: Mingo, Nenê e Risonho
Em 1972, a banda Os Incríveis deu uma parada e seus integrantes seguiram caminhos diferentes: Manito, ao lado de Pedro Baldazan e Pedrinho Batera montou a banda de rock progressivo O som nosso de cada dia; Netinho, junto com Aroldo, Pique Riverte, Piska, e Carlos Geraldo, fundou a banda Casa das Máquinas; e Mingo, Nenê e Risonho seguiram a carreira adotando o nome Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho. Com a nova banda, os músicos gravaram três LPs, diversos compactos simples e duplos, e conquistaram os primeiros lugares das paradas de sucesso com as músicas Isso é a felicidade, de Palito Ortega, e Marcas do que se foi, de Ruy Maurity e José Jorge, que integravam o grupo de compositores que levava a assinatura Zurana.
5ª formação: Risonho, Mário Lúcio, Fernandinho, Ricardo e Gelson
Após a gravação do terceiro LP, em 1979, a banda Os Incríveis Mingo, Nenê e Risonho se desfez deixando alguns contratos de shows assinados. Risonho organizou então, ao lado dos músicos de estúdio Mário Lúcio, Fernandinho, Ricardo e Gelson, a quinta formação da banda Os Incríveis para cumprir as cláusulas contratuais dos shows agendados.
Imagem: Foto Braulio Iório
Imagem retirada da internet
6ª formação: Manito, Sandro, Netinho e Nenê
Em 1989, o baterista Netinho e o baixista Nenê fizeram uma visita ao multi-instrumentista Manito que morava em Bauru, São Paulo, e tocava, ao lado do Maestro Badê, no Templo Bar. Do encontro nasceu a 6ª formação da banda Os Incríveis composta por: Manito, Nenê, Netinho e o multi-instrumentista Sandro Haick.
7ª formação: Manito, Sandro, Tinho e Netinho
Com a saída do baixista Nenê, o também baixista Tinho Gomes passa a integrar a banda Os Incríveis compondo a sétima formação da banda.
Imagem retirada da internet
Imagem: fotomontagem com foto da banda retirada da Internet, e foto de Manito, do acervo de Antonio Aguillar
8ª formação: Leandro, Manito, Netinho e Sandro
O baixista Leandro Weingaertner entra na banda substituindo Tinho Gomes e, ao lado de Manito, Netinho e Sandro, compõem a oitava formação da banda.
11ª formação: Bruno, Leandro, Rubinho, Netinho, Sandro e Wilson
Em 2014, o baterista Netinho reúne os músicos Bruno Cardoso (teclados), Leandro Weingaertner (baixo e vocal), Rubinho Ribeiro (guitarra e vocal), Sandro Haick (guitarra e vocal) e Wilson Teixeira (sax) para, juntos, comemorarem os 50 anos da Banda Os Incríveis.
Imagem: Foto Mila Maluhy
13ª formação: Leandro, Rubinho, Netinho e Sandro
A partir de 2021, a banda Os Incríveis passou a se apresentar com a seguinte formação: Leandro Weingaertner (baixo e vocal), Netinho bateria), Rubinho Ribeiro (guitarra e vocal) e Sandro Haick (guitarra e vocal).
Imagem: Foto acervo Luiz Franco Thomaz